Projeto Autodidata

Em busca de conhecimento
resumo completo do livro e capítulos de Quem Pensa Enriquece do autor Napoleon Hill projeto autodidata projetoautodidata

Capítulos do livro Quem Pensa Enriquece – Completo

Resumo Capítulo 1 – Desejo

Napoleon Hill diz que o Desejo é o começo de todas as realizações e o primeiro passo em direção à riqueza.

Ele começa o livro com a história de Edwin C. Barnes que tem uma ideia fixa: ser sócio de Thomas Edison (para quem não sabe quem é Thomas Edison, clique aqui, e veja a história dele no Wikipédia).

No caso, seria como um Zé Ninguém que tem na cabeça a ideia de trabalhar com um grande empresário de renome de uma multinacional ou um grande cientista.

A maioria das pessoas vão achar que esta pessoa está sonhando muito alto, que não tem possibilidades disso acontecer.

O começo do livro já pode chocar com as crenças familiares, sociais e/ou religiosas de muitos leitores. Além disso, socialmente é visto como prepotente e arrogante ter a certeza sobre algo que ainda não aconteceu. Seria até uma forma de desafiar Deus, pois o futuro apenas está na mão D’Ele e nenhum humano pode ousar em planejar algo para o futuro conforme seu desejo.

Ter um desejo, uma ideia fixa na verdade é uma virtude.

A sociedade diz: Ver para crer.

A sabedoria da riqueza diz: Crer para ver.

Napoleon Hill dá vários exemplos e isso ajuda a entender melhor seus ensinamentos. Outro exemplo interessante que ele dá é contando uma história que aconteceu em Chicago:

Aconteceu um trágico incêndio em Chicago e vários comerciantes perderam suas lojas. Todos decidiram sair da cidade, apenas um comerciante decidiu permanecer. E ainda disse que construiria a maior loja do mundo. Seu negócio foi bem sucedido.

Desejo Ardente: Napoleon Hill compara o desejo ardente como ir para uma guerra. A tropa viaja de navio para a terra inimiga, os navios estão queimados, não tem como voltar. Há apenas duas possibilidades. É vencer ou morrer!

O ser humano a partir de uma certa idade sabe para que serve o dinheiro e quer tê-lo, mas apenas querer não gera riqueza.

É preciso ter: ideia fixa, planejar meios para conquistar a riqueza e em seguida executar um plano no qual o fracasso não é admitido.

Em seguida ele ensina um método para transformar o desejo de riqueza em realidade.

6 passos para a riqueza

1- Fixe exatamente em sua mente a quantia exata que você deseja.

2- O que você vai dar em troca pelo dinheiro que receber.

3- Estabeleça uma data para ter esse dinheiro.

4- Elabora um plano detalhado para a realização do seu desejo e comece imediatamente, quer se considere ou não em condições de colocá-lo em ação.

5- Faça um documento, escreva o quanto você quer, coloque um prazo limite, o que vau dar em troca, seu plano e como vai colocá-lo em prática.

6- Leia a declaração duas vezes ao dia, na hora de acordar e dormir. Veja e sinta a cena.

Além disso, esta técnica não serve apenas para acumulação de dinheiro, mas para qualquer meta definida.

Não se pode deixar a tarefa de ganhar dinheiro ao acaso ou a sorte, temos que ter um papel ativo nesse processo.

O sonhador

Todo grande líder foi um sonhador. Quem não vê grandes riquezas na imaginação jamais as verá no seu extrato bancário.

Os sonhadores atuantes sempre foram e serão os criadores da civilização. Aqueles que têm medo de novas ideias estão condenados ao fracasso antes mesmo de começar.

Tende-se a recompensar o sonhador que traz ao mundo uma nova ideia.

Toda grande realização foi, primeiramente e por algum tempo, apenas um sonho.

Napoleon Hill disse para termos coragem, que decepções e derrotas fortalecem o espírito.

Todos que tiveram êxito na vida começaram de baixo, ultrapassou dificuldades para “chegar lá”. Usualmente , na vida dos bem-sucedidos a “virada” ocorreu em um momento de crise.

Há uma diferença entre desejar algo e estar pronto para recebê-lo. Ninguém recebe se não acredita.

O desejo supera a mãe natureza

No final do capítulo 1, Napoleon Hill conta a história de seu filho que nasceu com uma deficiência. Ao passo que, Blair Hill nasceu sem as orelhas, os pais pensaram que ele era totalmente surdo, mas tinha baixa audição.

Napoleon Hill disse que não aceitaria a condição do filho e faria uma programação na vida dele para ter uma vida normal e ser bem-sucedido.

Disse a si mesmo que faria o filho ouvir e falar, não seria obrigado a aceitar as condições da natureza.

Ele tinha escrito alguns anos antes do nascimento do seu filho: “As únicas limitações são aquelas que estabelecemos em nossa mente.” Agora teria que colocar esta afirmação à prova.

Ele tinha a seguinte filosofia que queria passar para o filho: Cada adversidade traz consigo a semente de uma vantagem equivalente.

Com o passar dos anos perceberam que a audição dele melhorava e mesmo tendo suas limitações, não se tornou uma criança tímida. Ainda criança, Blair Hill já começara seus primeiros empreendimentos, ganhando um dinheiro vendendo jornais.

Aos 16 anos ele recebeu um aparelho auditivo de teste, com o dispositivo, conseguia ouvir normalmente! Ele visitou a empresa e definiu o propósito de vida, que foi de, ajudar deficientes auditivos. Ele fez um plano de marketing para que outras pessoas tivessem acesso aos aparelhos auditivos da empresa. Se tornou sócio da empresa.

Napoleon Hill contrariou os médicos que falaram que seu filho nunca iria ouvir ou falar. Blair foi examinado pelo médico Irving Voorhess, que, segundos os exames aplicados, seria impossível o rapaz escutar.

Nas palavras de Napoleon Hill:

“Quando implantei na mente do meu filho o desejo de ouvir, falar e viver como uma pessoa comum, esse impulso foi acompanhado de uma estranha influência que fez a natureza construir uma ponte sobre o abismo de silêncio, ligando o cérebro ao mundo exterior por meios que nem os mais capacitados especialistas foram capazes de interpretar. Seria sacrilégio conjeturar a respeito desse milagre da natureza e imperdoável deixar de contar ao mundo tudo o que sei sobre a humilde parte que me cabe nessa estranha experiência. É meu dever e um privilégio dizer que acredito, e não sem motivos, que nada é impossível àquele que apoia seu desejo numa fé inabalável.

Na verdade, um desejo ardente possui meios estranhos de se transformar em seu equivalente material. Blair desejou ouvir normalmente; e conseguiu! Nasceu com uma deficiência que poderia facilmente levar alguém com um desejo menos definido às ruas com uma canequinha na mão. No entanto, o que seria uma desvantagem serviu de meio para a prestação de um serviço a milhares de deficientes auditivos, além de garantir-lhe um emprego útil e uma remuneração adequada para o resto da vida.

Na verdade, não há nada, certo ou errado, que a crença e o desejo ardente, juntos, não possam realizar. Eles estão aí, à disposição de todos.

Creio na força do desejo apoiado pela fé porque vi esse poder levar homens de origem muito humilde a posições de poder e riqueza; eu o vi livrar vítimas das garras da morte; vi servir de meio para que indivíduos recomeçassem após terem sido derrotados das mais diversas formas; vi dar ao meu filho uma vida normal, feliz e bem-sucedida, apesar de a natureza o ter trazido ao mundo sem ouvidos.

[…] gostaria de transmitir a ideia de que toda realização, qualquer que seja sua natureza ou seu objetivo, precisa começar com um desejo ardentee intenso por algo definido.

Por intermédio de algum estranho e poderoso princípio de “química mental” nunca revelado, a natureza integra ao impulso de um forte “desejo aquele “algo mais” que não reconhece a palavra “impossível” e não aceita o fracasso,””

Resumo Capítulo 2 – Fé

As emoções positivas mais poderosas são a fé, o amor e o sexo.

Como desenvolver a fé nas palavras de Napoleon Hill:

“A fé é um estado de espírito que pode ser induzido ou criado pela afirmação ou repetição de instruções ao subconsciente, empregando-se o princípio da autossugestão.”

“O único método conhecido de desenvolvimento voluntário da fé é a repetição afirmativa de ordens ao subconsciente.”

Ele dá o exemplo de uma pessoa que não tem envolvimento com o crime, no primeiro momento, ela entrando no mundo do crime, ele ficará horrorizada e terá certa repulsa, mas continuando nesse mundo, uma hora ela se acostuma e vira um padrão normal.

Qualquer impulso mental repetidamente transmitido ao subconsciente acaba por ser aceito e influenciado por ele, que então o traduz em seu equivalente material por meio dos processos mais práticos disponíveis.”

Um emaranhado de emoções negativas que produzem o “azar” ou “má sorte”. Muitas pessoas acreditam que estão “condenadas” a uma situação negativa, mas ela é a própria causadora dessa realidade.

Nós temos a capacidade de “enganar” nosso subconsciente, dando-lhe autossugestões. Fale com o subconsciente como já tivesse o que deseja.

Napoleon diz: “Sabe-se que todo indivíduo acaba acreditando no que repete para si mesmo, seja verdade ou mentira. Uma mentira contada repetida continuamente passa a ser aceita como verdade. Cada um é o que é por causa de seus pensamentos dominantes – aqueles que recebem permissão para ocupar a mente.”

“[…] um pensamento “magnetizado” com emoção pode ser comparado à semente que, quando plantada em solo fértil, germina, cresce e se multiplica muitas e muitas vezes, até transforma-se milhões de incontáveis sementes da mesma espécie!”

FÓRMULA DA AUTOCONFIANÇA

1- Sei que possuo a capacidade para alcançar meu propósito definido na vida. Assim, exijo de mim uma ação persistente e continua para atingi-lo e prometo. aqui e agora, começar a agir imediatamente.

2- Compreendo que os pensamentos dominantes da minha mente, a seu tempo, se manifestarão em forma de ação física, transformando-se gradualmente em realidade material. Assim, concentrarei meus pensamentos, por trinta minutos diariamente, na tarefa de pensar na pessoa que tenciono ser, criando uma clara imagem mental do resultado.

3 – Sei que, pelo princípio da autossugestão, qualquer desejo que eu guardar com persistência em minha mente acabará por encontrar um meio prático de expressar-se, a fim de atingir o objetivo por ele apoiado. Assim, devotarei dez minutos do meu dia para exigir de mim o desenvolvimento da autoconfiança.

4- Escrevi claramente uma descrição do meu alvo principal definido na vida e nunca deixarei de tentar alcançá-lo, até desenvolver autoconfiança suficiente para isso.

5- Percebo com clareza que nenhum bem ou posição pode perdurar, a menos que seja construído sobre verdade e justiça. Assim, não participarei de transação que prejudique qualquer pessoa. Obterei êxito atraindo para mim as forças que quero usar e a cooperação de outras pessoas. Induzirei os ouros a me servirem por meio do meu desejo de servi-los. Eliminarei hostilidade, inveja. ciúme, egoísmo e cinismo, desenvolvendo amor por toda a humanidade, porque sei que uma atitude negativa em relação aos outros jamais poderá trazer-me sucesso. Farei os outros acreditarem em mim, pois acreditarei neles e em mim.

O subconsciente não faz distinção entre impulsos mentais construtivos e destrutivos. Ele funciona a partir do material com o qual é alimentado.

A ideia de um bilhão de dólares.

Na história abaixo, Napoleon Hill conta como Charles M. Schwab conseguiu criar a United State Steel Corporation.

Resumo Capítulo 3 – Autossugestão

Napoleon Hill define autossugestão como sugestões e estímulos auto administrados que chegam à mente por intermédio dos cinco sentidos. É o meio de comunicação entre o consciente e a base de ação do subconsciente.

A autossugestão atinge de maneira voluntária o subconsciente e o influencia.

O ser humano pode ter controle sobre o material que atinge o subconsciente por meio dos cinco sentidos, mas nem sempre consegue exercer este controle.

O subconsciente é como um terreno fértil, se não plantar sementes desejáveis, lá cresce ervas daninhas.

Leia a declaração do seu desejo com emoção.

Não confie na razão quando conceber o plano para ganhar dinheiro pela transformação do desejo. A razão é imperfeita. O raciocínio pode ser preguiçoso, se depender totalmente dele, pode haver um desapontamento.

O homem é mestre de si mesmo, pois pode influenciar o próprio subconsciente.

Resumo Capítulo 4 – Conhecimento Especializado

Napoleon Hill diz que há dois tipos de conhecimento: o geral e o especializado. Para ganhar dinheiro o conhecimento geral não é importante.

O conhecimento só traz dinheiro quando direcionado de forma organizada e inteligente, por meio de planos de ação práticos com um fim específico.

Conhecimento é apenas poder em potencial. Só se torna poder quando organizado em plano de ação definidos e dirigidos a uma meta específica.

“Elo perdido” da educação: não ensinar os alunos a organizar e a usar o conhecimento adquirido.

Uma pessoa educada é aquela que desenvolveu as faculdades mentais de maneira a conseguir obter tudo o que deseja, ou quase, sem violar os direitos alheios.

Antes de certificar-se da sua capacidade de transformar o desejo em seu equivalente monetário, é preciso que tenha o conhecimento especializado do serviço, da mercadoria ou da profissão que você tenciona oferecer em troca da fortuna.

Napoleon Hill, usa o termo Mente Mestra, que seria o grupo de uma organização/empresa que tem o conhecimento especializado em um determinado assunto. Hoje seria parecido com consultoria especializada ou departamento de P&D (pesquisa e desenvolvimento) de uma empresa.

O acúmulo de grandes fortunas requer poder, e o poder é obtido pelo conhecimento especializado altamente organizado e direcionado de forma inteligente.

O conhecimento adquirido deve ser ser organizado e colocado imediatamente em prática, com um propósito definido, de acordo com planos práticos já elaborados. O conhecimento só tem valor se for obtido por intermédio de sua aplicação.

Indivíduos bem-sucedidos em todos os setores nunca param de estudar, buscando aprender sempre mais sobre o que se relaciona a seu maior propósito, negócio ou profissão.

No livro tem uma citação de Knute Rockne: “O mundo ama os vencedores e não tem tempo para os perdedores.”

Por trás de toda boa ideia existe o conhecimento especializado. Infelizmente para aqueles que não encontram fartura de riquezas, o conhecimento especializado é mais abundante e mais facilmente adquirido do que as ideias. Capacidade quer dizer imaginação, a qualidade única necessária à combinação de conhecimento especializado om ideias, sob a forma de planejamento organizado, a fim de descobrir riquezas.

Lembre-se: a ideia é o principal. O conhecimento especializado pode ser encontrado ali na esquina – em qualquer esquina!

Resumo Capítulo 5 – Imaginação

A imaginação é, literalmente, a oficina na qual são elaborados os planos criados pelo ser humano. O impulso e o desejo tomam feitio, forma e ação por intermédio da faculdade imaginativa da mente. Diz-se que o ser humano é capaz de criar tudo o que possa imaginar.

Dentro dos limites do bom senso, a única limitação do ser humano está no desenvolvimento e no uso de sua imaginação. Napoleon diz que há dois tipos de imaginação:

Imaginação sintética

Novas combinações de antigos conceitos, ideias ou planos. Essa faculdade não cria, apenas trabalha sobre o material acumulado pela experiência, educação e observação. Faculdade mais usada pelo inventor.

Imaginação criativa

Quando a mente finita do ser humano estabelece comunicação direta com a Inteligência Infinita. É a faculdade pela qual são recebidos os pressentimentos e as inspirações. É por meio dessa faculdade que ideias nocas ou fundamentais são legadas ao homem.

Ambas imaginações se tornam mais aguçada com o exercício, exatamente como qualquer outro músculo ou órgão do corpo humano.

Trabalho e riqueza

Nas palavras de Napoleon Hill: “Se você é dos que acreditam que basta trabalhar arduamente e agir com honestidade para conseguir riquezas, afaste esse pensamento! Não é verdade! Quando as riquezas chegam em grande quantidade, nunca são fruto de trabalho árduo! A riqueza vem em resposta a pedidos categóricos, baseados na aplicação de princípios definidos, e não por acaso ou sorte.

Falando de maneira geral, uma ideia é um impulso de pensamento que impele à ação, por meio de um apelo à imaginação. Todos os bons vendedores sabem que, quando a mercadoria não vende, é possível vender ideias. Os vendedores comuns não conhecem esse fato e, por isso, são comuns.

Ideias são assim. Primeiro você lhes dá vida, ação e rumo; depois, elas tomam o poder e afastam toda a oposição.

Ideias são forças intangíveis, mas têm mais poder que o cérebro físico que as faz nascer. Elas continuam a existir mesmo depois do desaparecimento do cérebro que as criou.”

Resumo Capítulo 6 – Planejamento Organizado

Ninguém possui experiência, formação, habilidade natural e conhecimento suficientes para atrair uma grande fortuna sem a cooperação de outras pessoas.

É aí que a maioria das pessoas fracassa: por falta de persistência para criar novos planos em substituição aos que falharam.

Uma derrota temporária não é um fracasso permanente.

Thomas Edison “fracassou” dez mil vezes antes de aperfeiçoar a lâmpada elétrica incandescente, ou seja, sofreu dez mil derrotas temporárias antes que seus esforços fossem coroados de êxito.

Ninguém está derrotado até que desista – em sua mente. É muito fácil desistir ao primeiro sinal de revés.

Quem desiste nunca vence, e só vence quem nunca desiste.

Líderes e Seguidores

De uma maneira feral, existem apenas dois tipos de pessoas no mundo, líderes e seguidores. Como primeira providência, decida se pretende tornar-se líder na sua área, ou se prefere permanecer entre os seguidores. A diferença no pagamento é imensa.

Os 11 atributos da liderança

Os 10 principais causas do fracasso da liderança

Existem duas formas de liderança.

Liderança por consenso: a liderança por consenso é a única sustentável.

Liderança pela força: a história está cheia de evidências de que a liderança pela força não se sustenta.

Os 11 principais atributos do líder – Napoleon Hill

De acordo com Napoleon Hill, estes são os 10 principais atributos de um líder:

1- Coragem Inabalável

Baseada no autoconhecimento e na familiaridade com a própria ocupação. Nenhum seguidor deseja ser subordinado a um líder sem autoconfiança e coragem. E nenhum líder desse tipo consegue reter por muito tempo um seguidor inteligente.

2- Autocontrole

O indivíduo que não consegue se controlar jamais poderá controlar outros. O autocontrole constitui-se num poderoso exemplo para os seguidores inteligentes.

3- Agudo Senso de Justiça

Sem imparcialidade e justiça, nenhum líder consegue comandar e manter o respeito de seus seguidores.

4- Firmeza de decisão

O indivíduo que oscila em suas decisões mostra que não está seguro de si. Não pode liderar outros com sucesso.

5- Definição de planos

O líder bem-sucedido precisa planejar seu trabalho e cumprir o planejamento. O líder que age por conjecturas, sem planos práticos definidos, é comparável a um navio sem leme. Mais cedo ou mais tarde vai bater nas rochas.

6- Hábito de dar mais o que recebe

Um dos ônus da liderança é a necessidade de empenho, por parte do líder, em fazer mais do que ele próprio solicita de seus seguidores.

7- Personalidade agradável

Nenhuma pessoa negligente e desinteressada pode tornar-se um líder bem-sucedido. Liderança implica respeito. Os seguidores não respeitam um líder que não seja altamente qualificado em todos os fatores que constituem uma personalidade amistosa e gentil.

8- Solidariedade e compreensão

O líder de sucesso precisa ser solidário, compreendendo os seguidores e seus problemas.

9- Atenção aos detalhes

Uma liderança bem-sucedida envolve atenção as detalhes da posição de líder.

10- Determinação de assumir plena responsabilidade

O líder bem-sucedido deve estar disposto a assumir a responsabilidade pelos erros e pelas deficiências de seus seguidores. Se tentar transferir essa responsabilidade, não permanecerá como líder. Se um dos seus seguidores cometer um erro e mostrar-se incompetente, o líder precisará considerar a falha como sendo sua.

10- Cooperação

O líder de sucesso precisa compreender e aplicar o princípio do esforço cooperativo, bem como ser capaz de induzir os seguidores a fazerem o mesmo. Liderança implica poder, e poder envolve cooperação.

As 10 principais causas do fracasso da liderança

1- Incapacidade de organizar detalhes

Uma liderança eficiente exige capacidade de cuidar de detalhes. O verdadeiro líder nunca está “ocupado demais” para cumprir qualquer atribuição sua. Quando o indivíduo, seja líder ou seguidor, diz que está muito ocupado para mudar de planos ou para atender a uma emergência, admite a própria incapacidade. O líder bem-sucedido conhece todos os detalhes inerentes à posição que ocupa, mas sempre conta com com assessores competentes para cuidar deles pessoalmente.

2- Recusa em executar tarefas próprias de cargos abaixo do seu

O verdadeiro grande líder se dispõe, quando a ocasião exige, a fazer qualquer tipo de tarefa que pediria a outro para executar. “O maior entre vós é aquele que serve a todos” é uma verdade observada e respeitada por todo líder capaz.

3- Expectativa de pagamento pelo que “sabe”, e não pelo que faz com o que sabe

O mundo não paga pelo que as pessoas “sabem”, mas pelo que fazem ou levam os outros a fazer.

4- Medo da concorrência

O líder que teme ser substituído por um dos seguidores provavelmente verá seu medo se concretizar. O líder capaz prepara substitutos a quem possa delegar responsabilidades, conseguindo assim multiplicar-se, ir a vários lugares e dar atenção a diversas tarefas ao mesmo tempo. As pessoas recebem um pagamento maior por sua capacidade de fazer os outros produzirem do que pelos próprios esforços – eis aí uma verdade eterna. O líder eficiente, com seu conhecimento e o magnetismo de sua personalidade, aumenta em muito a produtividade dos funcionários, levando-os a oferecer melhores serviços.

5- Falta de imaginação

Sem imaginação, o líder não consegue agir nas emergências nem elaborar planos para orientar com eficiência seus funcionários.

6- Egoísmo

O líder que toma para si o sucesso do trabalho dos seguidores certamente atrai ressentimentos. O verdadeiro grande líder não toma a glória para si. Ele se satisfaz em ver a valorização dos seguidores, porque sabe que, para eles, é mais importante o reconhecimento do que o dinheiro.

7- Descontrole

Os seguidores não respeitam um líder descontrolado. Além disso, o destempero, em suas várias formas, acaba por destruir a resistência e a vitalidade dos que sucumbem a ele.

8- Deslealdade

Talvez essa característica devesse ocupar o primeiro lugar da lista. O líder que não é leal ao cargo que exerce, aos colegas, aos superiores e aos subalternos não mantém a liderança por muito tempo. A deslealdade reduz o indivíduo a pó e atrai para ele todo o desprezo que merece. A falta de lealdade é uma das principais causas de fracasso em todos os setores da vida.

9- Ênfase na “autoridade” da liderança

O líder eficiente atua pelo estímulo, e não pelo medo incutido no coração dos seguidores. O líder que procura impressionar pela “autoridade” pertence à categoria dos que atuam pela força. O verdadeiro líder não precisa afirmar sua condição – a não ser por sua conduta de solidariedade, compreensão, justiça e sabedoria.

10- Ênfase no título

O líder competente não precisa de “título” para conquistar o respeito dos seguidores. Geralmente, aquele que dá muita importância ao título tem pouco a oferecer. As portas da sala do verdadeiro líder estão sempre abertas, e seu ambiente de trabalho não apresenta qualquer formalidade ou ostentação.

Como conseguir exatamente o cargo desejado – Napoleon Hill

Todo mundo gosta de trabalhar com aquilo que lhe da prazer. O pintor gosta de pintar, o artesão gosta de trabalhar com as mãos, o escritor gosta de escrever. Os que têm talentos menos definidos optam por determinadas áreas da indústria e do comércio.

Primeiro: Decida exatamente o tipo de emprego que quer. Se não existir, crie.

Segundo: Escolha a empresa ou a pessoa para a qual quer trabalhar.

Terceiro: Estude a política administrativa, a gestão do pessoal e as oportunidades de crescimento do empregador em perspectiva.

Quarto: Faça uma autoanálise, veja quais são os seus talentos e capacidades e descubra o que você tem a oferecer. Então, planeje serviços, sugestões e ideias que você acredita poderem ser úteis.

Quinto: Esqueça o “emprego”. Esqueça se existe ou não uma vaga. Esqueça a velha pergunta: “Tem emprego para mim?” Concentre-se no que você pode oferecer.

Sexto: Com o plano em mente, pela a alguém que escreva bem para redigi-lo, com todos os detalhes.

Sétimo: Apresente o plano à pessoa certa com poder de decisão e deixe que ela faça o resto. Toda empresa se interessa por quem tenha algo de valor a oferecer, sejam ideias, serviços ou contatos. Toda empesa tem espaço para quem levar um plano de ação definido que a fará crescer.

Essa linha de ação pode exigir mais alguns dias ou algumas semanas, mas a recompensa financeira, o crescimento pessoal e o reconhecimento superam anos de muito trabalho e pouco dinheiro. E a principal vantagem é a economia de um a cinco anos de esforços para alcançar a meta pretendida.

Todos aqueles que começam a subida já na metade da escada devem isso a um planejamento determinado e cuidadoso – exceto o filho do dono, é claro.

As 30 principais causas do fracasso – Napoleon Hill – Parte 1

Quais dessas causas do fracasso estão impedindo o seu sucesso?

A maior tragédia na vida das pessoas é tentar com todas as forças realizar algo e não conseguir, e isso se confirma na surpreendente maioria de fracassos, em comparação com os sucessos.

Ao seguir, você vai encontrar as 30 principais causas do fracasso. Ao percorrer a lista, avalia-se a cada ponto para descobrir se algumas delas se interpõem entre você e o sucesso.

1- Bagagem hereditárias desfavorável

Pouco – ou nada – se pode fazer por aqueles que nasceram com uma inteligência deficiente. Esta filosofia oferece o único método capaz de suprir tal deficiência: a ajuda da Mente Mestra. Observe, porém, que das 30 causas esta é a única impossível de ser facilmente corrigida pelo próprio indivíduo.

2 – Falta de um propósito de vida definido

Não existe esperança de sucesso para quem não possui um objetivo central, uma meta definida. De cada cem analisados, 98 não possuíam objetivos. Talvez seja essa a principal causa de seu fracasso.

3- Falta de ambição de estar acima da mediocridade

Não há esperança para quem seja indiferente a ponto de não fazer questão de crescer na vidam pagando o preço correspondente.

4- Formação insuficiente

Essa é uma desvantagem que pode ser superada com relativa facilidade. A experiência nos mostra que os indivíduos mais capacitados aprenderam por si – pessoas que aprenderam por “conta própria”. Nível universitário não é garantia de formação. A pessoa capacitada é aquela que aprendeu na prática o que precisou saber, sem violar os direitos alheios. Formação não é somente o conhecimento adquirido, mas também sua aplicação. Os trabalhadores não são pagos pelo que sabem, mas pelo que fazem com seus conhecimentos.

5- Falta de autodisciplina

A disciplina é fruto de autocontrole, ou seja, o controle das próprias qualidades negativas. Antes de controlar condições externas, você precisa controlar-se. Conseguir o autodomínio é uma das tarefas mais difíceis que existem. Se você não conquistar a sua natureza, ela conquistara você. A pessoa que você vê ao olhar-se no espelho tanto pode ser o seu melhor amigo como o pior inimigo.

6- Saúde frágil

Ninguém consegue um grande sucesso sem boa saúde. A doença tem muitas causas controláveis, como estas:

a) consumo em excesso de alimentos pouco saudáveis;

b) hábito de pensar negativamente;

c) mau uso ou excesso de sexo;

d) falta de exercício físico;

e) pouca oxigenação devido a dificuldades respiratórias.

7 – Influências ambientais desfavoráveis durante a infância

“Pau que cresce torno, morre torno”. As tendências criminosas em geral têm origem na infância vivida em ambientes desfavoráveis, em convívio com pessoas inadequadas.

8- Hábito de deixar tudo para depois

Conhecido como procrastinação, esse hábito é uma das causas mais comuns do fracasso. O “fantasma da procrastinação” fica à espreita, na sombra de todo ser humano, esperando para destruir suas chances de sucesso. A maioria dos indivíduos malsucedidos passa a vida toda esperando “a hora certa” para fazer algo que valha a pena. Não espere. Não existe “hora certa”. Comece do ponto onde está, com as ferramentas que tiver. Ao longo do caminho, surgirão ferramentas melhores. “Não deixe para amanhã o que pode fazer hoje.”

9- Falta de persistência

A maioria das pessoas começa, mas não termina. Muitas desistem aos primeiros sinais de obstáculo. Nada substitui a persistência. Aquele que adota como lema a persistência descobre que o fantasma do fracasso finalmente se cansa e vai embora. O fracasso não consegue enfrentar a persistência.

10- Personalidade negativa

Não há esperança de sucesso para aquele que afasta os outros com sua personalidade negativa. O sucesso acontece pela aplicação do poder, e o poder é resultado da cooperação. Uma personalidade negativa não induz à cooperação.

11- Falta de controle do desejo sexual

A energia sexual é o mais poderoso dos estímulos à ação. Por ser a mais poderosa das emoções, o sexo deve ser controlado, pela transmutação, e direcionado para outros canais.

12- Desejo incontrolável de ganhos fáceis

O instinto que leva as pessoas a arriscar também as leva ao fracasso. Evidências desse fato surgem quando se estuda a crise de Wall Street, em 1929. Naquela ocasião, milhões de pessoas tentaram ganhar dinheiro jogando com as ações da bolsa.

13- Falta de um poder de decisão bem definido

Pessoas bem-sucedidas tomam decisões rapidamente e, quando mudam de ideia, o fazem devagar, Aqueles que fracassam custam a tomar decisões, mas mudam de ideia fácil e frequentemente. Procrastinação e indecisão são irmãs gêmeas. Onde uma está, a outra aparece. Acabe com essa dupla antes que ela acabe com as suas chances de sucesso.

14- Um ou mais dos seis medos básicos

Esses medos serão analisados em outro post. Devem ser dominados para que você possa efetivamente oferecer os seus serviços.

15- Escolha errada do parceiro (ou parceira)

Essa é uma causa comum para o fracasso. No casamento, o contato é muito próximo. Se não houver uma relação de harmonia, é provável que acabe mal. Além disso, essa forma de fracasso é marcada pela infelicidade e pela tristeza, destruindo todos os sinais de ambição.

A fórmula QQE de Napoleon Hill

A fórmula QQE corresponde a qualidade, quantidade e o adequado espírito de cooperação. Vamos analisar a fórmula para ter certeza de compreender exatamente o que significa.

1- Qualidade

A qualidade do serviço deve ser desenvolvida tendo em vista a maior eficiência possível em todos os detalhes.

2- Quantidade

A quantidade dos serviços deve ser entendida como o hábito de sempre prestar todos os serviços de que for capaz, já que a habilidade se desenvolve pela prática e pela experiência. Mais uma vez, vamos enfatizar o hábito.

3- O espírito de cooperação

O espírito do serviço deve ser desenvolvido de modo a formar o hábito de uma conduta agradável e harmoniosa, levando à cooperação entre parceiros e colegas.

A adequação da qualidade e da quantidade do serviço não basta para manter um mercado permanente. A conduta ou o espírito com que os serviços são prestados é fator determinante, ao lado do preço e da sustentabilidade.

Mais do que outros, Andrew Carnegie enfatizou esse ponto, ao descrever os fatores que levam ao sucesso do marketing de serviços pessoais, apontando várias vezes a necessidade de uma conduta harmoniosa. Ele jamais faria negócios com alguém que, embora oferecesse serviços em quantidade e qualidade suficientes, não trabalhasse em espírito de harmonia. Carnegie sempre insistiu na necessidade de uma atitude de boa vontade.

Para provar a importância que dava a essa qualidade, podemos ver que aqueles que se adaptaram a seus padrões enriqueceram. Os que não se adaptaram tiveram de ceder o lugar para outros.

Enfatizo a importância de uma personalidade agradável porque dela depende a prestação do serviço com o espírito adequado. Quando o indivíduo tem uma personalidade que agrada e presta serviços com um espírito de harmonia, essas qualidades compensam qualquer deficiência que porventura exista em termos de qualidade e quantidade. Portanto, nada substitui uma conduta agradável.

As 30 principais causas do fracasso – Napoleon Hill – Parte 2

16- Excesso de cautela

Quem não aproveita as oportunidades costuma ficar com as sobras que os outros deixam. O excesso de cautela é tão prejudicial quanto a falta dela. Ambas as situações devem ser evitadas. A vida é cheia de oportunidades.

17- Escolha equivocada de sócios

Essa é uma das causas mais comuns do fracasso nos negócios. Ao fazer o marketing de serviços pessoais, é preciso cuidado na escolha do empregador, que deve ser cheio de entusiasmo, inteligente e bem-sucedido. Temos a tendência a imitar aqueles com quem convivemos. Portanto, escolha um empregador que valha a pena imitar.

18- Superstição e preconceito

Superstição é uma forma de medo e um sinal de ignorância. As pessoas bem-sucedidas mantém a mente aberta e não tem medo do que quer que seja.

19- Escolha equivocada da profissão

Ninguém pode ter sucesso em uma atividade da qual não gosta. Uma etapa essencial do marketing de serviços pessoais é a escolha de uma ocupação a que se dedique de corpo e alma.

20- Falta de esforço concentrado

O “faz-tudo” raramente é muito bom em alguma área. Concentre todos os seus esforços em um objetivo definido.

21- Hábito de gastar indiscriminadamente

O gastador não chega ao sucesso por causa de seu medo da pobreza. Habitue-se a economizar sistematicamente uma porcentagem do que ganhar. Uma conta bancária fornece uma boa base de segurança e dá coragem na hora de negociar o preço dos serviços. Sem dinheiro, o indivíduo tem de dar-se por feliz com o que lhe é oferecido.

22- Falta de entusiasmo

Sem entusiasmo, é impossível ser convincente. Além disso, o entusiasmo contagia, e aquele que o possui sob controle costuma ser bem recebido em todos os grupos.

23- Intolerância

A pessoa que “fecha” a mente para determinados assuntos raramente progride. Intolerância significa recusa em adquirir novos conhecimentos. As formas mais danosas de intolerância são aquelas ligadas a religião, raça e diferenças de opinião política.

24- Imoderação

As formas mais prejudiciais de imoderação estão ligadas à comida, à bebida e Às atividades sexuais. O exagero em qualquer desses aspectos é desastroso para o sucesso.

25- Incapacidade de cooperar

É grande o número de indivíduos que perdem o emprego e grandes oportunidades na vida por não saberem cooperar. São mais numerosos do que os que perdem emprego e oportunidades por todas as outras razões juntas. Quando bem informado, nenhum homem de negócios ou líder tolera tal deficiência.

26- Poder não conquistado por esforço próprio

(Filhos de famílias ricas e outros que herdam dinheiro que nada fizeram para ganhar.) Na maior parte das vezes, o poder nas mãos de quem não o conquistou aos poucos é desastroso para o sucesso. A riqueza instantânea é mais perigosa do que a pobreza.

27- Desonestidade intencional

Honestidade é indispensável. Talvez circunstâncias inevitáveis obriguem a uma atitude temporária de desonestidade. Mas não há esperança para aquele que é desonesto por opção. Mais cedo ou mais tarde, ele será vítima da própria ambição e pagará com a perda da reputação e, talvez, da liberdade.

28- Egoísmo e vaidade

Essas características funcionam como um sinal vermelho para manter as pessoas afastadas. São desastrosas para o sucesso.

29- Arriscar em vez de pensar

As pessoas, em sua maioria, por preguiça ou indiferença, deixam de tomar conhecimento de fatos que lhes permitiriam fazer um julgamento acertado; preferem agir com base em “palpites” ou julgamentos apressados.

30- Falta de capital

Essa é uma causa comum do fracasso de quem se aventura nos negócios pela primeira vez, sem reserva de capital suficiente. Essa reserva é necessária para absorver o choque dos erros comuns aos principiantes e sustentá-los até estabelecerem uma boa reputação.

31 – Pense em alguma situação que você considere causadora de fracasso e que não tenha sido citada.

Nessas 30 mais importantes causas do fracasso, está a descrição de uma verdadeira tragédia, que atinge praticamente todos os que tentam e falham. Percorra a lista ao lado de alguém que conheça bem você e possa ajudar na análise das suas falhas. Em geral, as pessoas não se veem do modo como são vistas pelos outros. Talvez seja esse o seu caso.

Um dos conselhos mais antigos é: “Homem, conhece a ti mesmo”. Para vender bem, é preciso conhecer a mercadoria. O mesmo vale para o marketing de serviços pessoais: conheça os seus pontos fracos, para que possa compensá-los ou eliminá-los; conheça os seus pontos fortes, para que possa destacá-los. E não esqueça: as pessoas só conhecem a si mesmas por meio de uma análise minuciosa.

Uma coisa é querer dinheiro – todo mundo quer. Outra coisas é valer mais! Muita gente confunde desejo com merecimento. As suas necessidades financeiras nada têm a ver com o seu valor. O valor é estabelecido pela capacidade de oferecer serviços de qualidade ou de capacitar outros a fazer isso. Faça um “auto-inventário”.

Onde e como encontrar oportunidades para enriquecer

O misterioso benfeitor da humaninade: O capital!

Capital não consiste apenas de dinheiro, mas de grupos de indivíduos inteligentes e altamente organizados que planejam o emprego eficiente dos recursos financeiros, para o bem do povo e ganho deles mesmos.

Desses grupos fazem parte cientistas, educadores, químicos, inventores, analistas financeiros, publicitários, especialistas em transporte, advogados, médicos e homens e mulheres dotados de conhecimento especializado em todos os setores da indústria e do comércio. São eles os pioneiros, os que realizam experimentos e abrem caminhos.

Eles dão suporte a universidades, hospitais e escolas públicas, constroem boas estradas, publicam jornais, pagam boa parte dos gastos do governo e cuidam de numerosos detalhes essenciais ao progresso da humanidade.

Dinheiro sem inteligência é sempre perigoso. Bem empregado, porém, é essencial à civilização.

Existe só um método seguro – e legal – para ganhar dinheiro: oferecer serviços úteis.

Não há sistema pelo qual riquezas sejam obtidas pela força ou sem que seja oferecido em troca um serviço de valor equivalente.

Se você tem talento, treinamento e experiência, pode acumular riquezas em larga escala.

A oportunidade espalhou seus recursos diante de você. Encare-os, selecione o que mais lhe interessa, elabora um plano, ponha-o em ação e persista.

Vinte e oito perguntas para autoanálise – Napoleon Hill

Na vida é possível progredir, estacionar ou regredir. O objetivo claro, deve ser progredir.

Questionário para autoanálise

1- Alcancei a meta que estabeleci para este ano? (Você deve estabelecer uma meta anual, como parte do seu objetivo de vida.)

2- Ofereci serviços da melhor qualidade possível, ou poderia ter feito melhor?

3- Ofereci serviços na maior quantidade possível?

4- Mantive sempre uma conduta de harmonia e cooperação?

5- Permiti que o hábito de deixar tudo para depois prejudicasse minha eficiência? Em caso positivo, em que medida?

6- Melhorei a minha personalidade? Em que aspectos?

7- Fui persistente, levando as tarefas até o fim?

8- Tomei decisões rápidas e definitivas em todas as ocasiões?

9- Permiti que um ou mais dos seis medos básicos prejudicassem minha eficiência?

10- Agi com excesso ou falta de cautela?

11- Mantive um relacionamento agradável com meus sócios? Em caso de resposta negativa, a responsabilidade por isso é parcialmente ou inteiramente minha?

12- Desperdicei energia por falta de concentração de esforços?

13- Demonstrei receptividade e tolerância em relação a todas as questões.

14- Em que melhorei minha capacidade de servir?

15- Tive atitudes intempestivas?

16- Expressei, secreta ou abertamente, alguma forma de egoísmo?

17- Minha conduta em relação aos parceiros despertou neles o respeito por mim?

18- Minhas decisões foram baseadas em suposições ou em raciocínio e análises cuidadosas.

19- Segui o hábito de administrar com equilíbrio o tempo, as despesas e os ganhos?

20- Quanto tempo dediquei a esforços inúteis e que poderia ter sido mais bem aproveitado?

21- Como posso reorganizar meu tempo e mudar meus hábitos, de modo a ser mais eficiente no próximo ano?

22- Tomei alguma atitude contrária à minha consciência?

23- Em que situações ofereci serviços em maior quantidade e de melhor qualidade em relação ao pagamento que recebi?

24- Fui injusto com alguém? Em caso positivo, de que maneira?

25- Se eu tivesse comprado os meus serviços durante este ano, qual seria o meu grau de satisfação?

26- Estou seguindo minha vocação? Em caso de resposta negativa, por quê?

27- Aqueles a quem presto serviço estão satisfeitos? Em caso de resposta negativa, por quê?

28- Qual o meu conceito atual, em relação aos princípios fundamentais do sucesso? (Avalia-se com franqueza e imparcialidade, pedindo a alguém, com coragem suficiente, que dê sua opinião.)

Resumo Capítulo 7 – Quem Pensa Enriquece – Procrastinação

Dominando o hábito de deixar para depois – O sétimo passo em direção à riqueza

O hábito de adiar as tarefas – a procrastinação – é o oposto da decisão e um inimigo muito comum. Praticamente todas as pessoas precisam trabalhar esse aspecto.

A observação de centenas de donos de fortunas bem além da marca de 1 milhão de dólares revelou o fato de que todos têm o hábito de tomar decisões com rapidez e determinação e de alterá-las lentamente.

Umas das mais notáveis qualidades de Henry Ford era seu hábito de tomar decisões com rapidez e alterá-las lentamente. Essa qualidade era tão patente em Ford que lhe valeu a reputação de homem obstinado – e foi que o levou a manter a fabricação do famoso modelo “T” (o carro mais feio do mundo), quando todos os consultores e muitos compradores insistiam em que fossem feitas alterações.

Talvez Ford tenha esperado demais para fazer a mudança, mas o outro lado da história é que sua firmeza de decisão lhe rendeu uma enorme fortuna antes que a alteração no modelo se fizesse necessária. Não há como negar que a determinação de Ford chega às raias da obstinação, mas essa característica é preferível à lentidão na tomada de decisões aliadas à rapidez na alteração.

Em geral, as pessoas que não conseguem acumular dinheiro suficiente para cobrir as próprias despesas deixam-se se influenciar pela opinião dos outros, permitindo que meios de comunicação e fofocas da vizinham pensam sobre elas.

Opiniões são a mercadoria mais barata na face da Terra.

Todo mundo tem várias delas prontas para serem passadas a quem quiser recebê-las. Se você se deixar influenciar pelas opiniões ao tomar uma decisão, jamais terá sucesso em qualquer empreitada, inclusive na transformação do seu desejo em dinheiro.

Quando somos influenciados pela opinião alheia, abrimos mão dos nossos desejos.

Siga as suas opiniões, tome a decisão e siga-a. Não confie em quem quer seja, exceto naqueles que fazem parte do seu grupo de Mente Mestra – e tenha muito cuidado na seleção! Escolha apenas quem tiver simpatia pelo seu propósito e estiver em harmonia com ele.

Amigos íntimos e parentes, embora não pretendam, frequentemente prejudicam, emitindo opiniões ou ridicularizando-o, sob uma capa de humor. Milhares de pessoas carregam pela vida complexos de inferioridade porque tiveram a autoconfiança destruída por uma pessoa bem-intencionada, mas ignorante.

Você tem uma mente e um cérebro. Use-os e tome as suas decisões. Se precisar de fatos ou informações para isso – como provavelmente va acontecer -, pesquise, mas sem revelar as suas intenções.

É características daqueles que têm conhecimento superficial, de fachada, tentarem impressionar, aparentando saber muito mais. Em geral, esses indivíduos falam muito e ouvem pouco. Se quiser adquirir o hábito de decidir prontamente, mantenha os olhos e ouvidos abertos e a boca fechada.

Quem muito fala pouco realiza.

Se falar mais do que ouve, você não apenas perderá a oportunidade de adquirir novos e úteis conhecimentos, como ira revelar os seus planos e objetivos a pessoas invejosas, que terão o prazer em atrapalhar.

O saber genuíno se manifesta pela modéstia e pelo silêncio.

Tenha sempre em mente o fato de que a pessoa que se associa a você também procura uma oportunidade de ganhar dinheiro. Se você, inadvertidamente, revelar os seus planos, poderá surpreender-se ao descobrir que alguém passou à sua frente e os colocou em prática.

Uma das suas primeiras decisões deve ser a de manter a boca fechada e os olhos e ouvidos abertos.

Diga ao mundo o que você pretende fazer, mas mostre primeiro.

O que mais conta são os atos e não as palavras.

O valor de uma decisão depende da coragem necessária para cumpri-la.

As decisões mais importante, que serviram de base à civilização, foram cumpridas em meio a sérios riscos, inclusive com a possibilidade de morte.

O pensamento, quando apoiado por um forte desejo, tem a tendência de se transformar e seu equivalente físico.

Os seis princípios do sucesso: desejo, decisão, fé, persistência, mente mestra e planejamento organizado. Aqueles que tomam decisões com firmeza e rapidez sabem o que querem e, geralmente, o conseguem. Os líderes de todos os setores decidem firme e rapidamente – por isso são líderes. O mundo costuma abrir espaço para quem demonstra, com palavras e atitudes, que sabe aonde vai.

A indecisão é m hábito que, na maioria das vezes, começa na juventude e permanece por muitos anos, durante o ensino médio e até mesmo na faculdade, quando não há certeza de propósito. A maior deficiência de todos os sistemas educacionais é o fato de não ensinarem nem incentivarem o hábito de tomar decisões definitivas.

Seria interessante se as faculdades só permitissem o ingresso dos alunos que, no ato da matrícula, declarassem qual o seu principal objetivo.

O hábito da indecisão, adquirido pela deficiência dos sistemas educacionais, acompanha a pessoa até a vida profissional, isso se ela escolhe uma profissão. Em geral, o jovem recém-formado aceita o primeiro trabalho que encontra – porque se acostumou à indecisão.

A certeza de decisão sempre exige coragem – muita coragem, às vezes.

Resumo Capítulo 8 – Quem Pensa Enriquece – Napoleon Hill – Persistência

Persistência: O esforço contínuo necessário para induzir a fé. O oitavo passo em direção a riqueza.

A persistência é fator essencial no procedimento de transformação do desejo em seu equivalente financeiro. A base da persistência é a força de vontade.

Força de vontade e desejo, quando adequadamente combinados, formam uma dupla irresistível. Aqueles que acumulam grandes fortunas são frequentemente considerados frios ou mesmo rudes – mas nem sempre isso é verdade. O que fazem é somar força de vontade e persistência, usando a combinação como base de seu desejo, para garantir a realização de seus objetivos.

As pessoas, em sua maioria, não pensam duas vezes antes de abandonar seus objetivos ao menor sinal de oposição ou má sorte. Alguns, porém, seguem em frente, apesar de toda a oposição, até alcançarem o que pretendem.

A falta de persistência é uma das principais causas do fracasso.

A falta de persistência pode ser superada pelo esforço. O sucesso desta empreitada depende inteiramente da intensidade do desejo de cada um.

O ponto de partida de toda realização é o desejo. O ponto de partida de toda realização é o desejo. Não se esqueça disso. Um desejo fraco traz resultados resultados fracos, assim como pouco fogo produz pouco calor. Se perceber que lhe falta persistência, aumente o fogo que alimenta os seus desejos.

A fortuna vai em direção àqueles que possuem a mente preparada para atraí-la, assim como o rio corre para o mar.

A mente subconsciente trabalha sem parar, quer que a pessoa esteja dormindo ou acordada. A consciência do dinheiro precia ser criada, a não ser que o indivíduo tenha nascido com ela.

Sem persistência, a derrota é certa, antes mesmo do começo. Com persistência, você vencerá.

8 passos para ter persistência

Persistência é um estado de espírito, pode ser cultivada, portanto. Como todos os estados de espírito, se baseia em causas definidas:

1- Certeza de propósito

Saber que se quer é o primeiro e talvez o mais importante passo para o desenvolvimento da persistência. Uma sólida motivação nos força a superar muitas dificuldades.

2- Desejo

É muito mais fácil adquirir e manter a persistência quando se persegue o objeto com intenso desejo.

3- Autoconfiança

A certeza da própria capacidade de executar um plano estimula a persistência. A autoconfiança pode ser desenvolvida por meio do princípio da autossugestão.

4- Precisão de planejamento

Planos bem organizados, ainda que fracos ou impraticáveis, estimulam a persistência.

5- Conhecimento apurado

A certeza de um planejamento bem-feito, baseado na experiência ou na observação, estimula a persistência: “supor” em vez de “saber” destrói a persistência.

6- Cooperação

Cooperação harmoniosa, solidariedade e compreensão favorecem a persistência.

7- Força de vontade

O hábito de concentrar o pensamento nos planos para a realização de um propósito definido leva à persistência.

8- Hábito

A persistência é resultado direto do hábito. A mente se alimenta das experiências diárias que absorve, tornando-se parte delas. O medo, o pior dos inimigos, pode ser efetivamente curado pela repetição forçada de atos de coragem.

Analise o quanto você é persistente. Identifique os aspectos em que lhe falta essa qualidade. Avalie-se corajosamente, ponto por ponto, e veja quais são as suas falhas em cada um dos outros fatores da persistência. Os resultados podem levar você a se conhecer bem melhor.

Os sintomas da falta de persistência

Trecho do capítulo 8 que fala sobre persistência do livro Quem Pensa Enriquece de Napoleon Hill.

Vamos ver agora os verdadeiros inimigos que se colocam entre você e as grandes realizações. Aqui estão não apenas os sintomas indicativos de pouca resistência, mas também as causas subconscientes profundamente arraigadas. Se você realmente que ser conhecer e saber o que e capaz de fazer, estude a lista com cuidado e encare o que descobrir a seu respeito. Estas fraquezas devem ser superadas por quem quiser acumular riqueza.

Fraquezas a serem superadas

1- Falha em reconhecer ou definir exatamente o que deseja.

2- Procrastinação, com ou sem motivo. Em geral, com base em grande variedade de álibis e desculpas.

3- Falta de interesse em adquirir conhecimento especializado.

4- Indecisão, hábito de “passar a bola” em todas as ocasiões, em vez de encarar a situação.

5- Hábito de apresentar desculpas, em vez de elaborar planos bem definidos para a solução de problemas.

6- Presunção. Os recursos para melhorar essa característica são poucos. Não há esperança para os presunçosos.

7- Indiferença. Reflete-se, em geral, na tendência a acomodar-se, em vez de enfrentar e vencer os opositores.

8- Hábito de responsabilizar os outros pelos próprios erros e aceitar circunstâncias hostis, considerando-as inevitáveis.

9- Fraqueza de vontade, em razão de pouco-caso na escolha dos motivos que levam à ação.

10- Propensão a – ou até ansiedade para – desistir ao primeiro sinal de dificuldade. (Com base em um ou mais dos seis medos básicos.)

11- Falta de planos organizados por escrito, de modo que possam ser mais bem analisados.

12- Hábito de deixar de experimentar novas ideias ou de aproveitar as oportunidades que se apresentam.

13- Esperar em vez de querer.

14- Hábito de comprometer-se com a pobreza, em vez de apontar para a riqueza. Ausência generalizada de ambição de fazer e possuir.

15- Usar de todo tipo de expediente para conseguir riqueza, tentando receber sem dar mais ou menos na mesma medida, o que geralmente se reflete como o hábito de apostar e na ânsia de obter vantagens.

16- Medo de críticas. Deixar de planejar e executar por medo do que os outros possam pensar ou dizer. Esse inimigo encabeça a lista, pois em geral esconde-se na mente subconsciente, onde sua presença não é reconhecida.

Medo de críticas

O momento de alimentar uma ideia é logo que ela nasce, a cada minuto, aumentam suas chances de sobrevivência. O medo de críticas está por tr[as da destruição da maior parte das ideias que nunca chegam ao estágio de planejamento e ação.

Na verdade, com persistência, é possível chegar ao sucesso, ainda que sem muitas outras qualidades.

A única oportunidade em que podemos confiar é aquela que construímos por meio da persistência. E o ponto de partida é a definição do propósito.

A riqueza não responde por desejos, mas a planos definidos, apoiados em desejos definidos, por meio de muita persistência.

Como desenvolver a persistência

Quatro passos para desenvolver a persistência

Não há necessidade de grande inteligência, conhecimento específico nem muito tempo ou esforço.

1- Propósito definido, apoiado em ardente desejo de realização.

2- Plano definido, expresso em ação contínua.

3- Mente impermeável a influências negativas ou desencorajadoras, inclusive sugestões desfavoráveis de parentes, amigos ou conhecidos.

4- Aliança amigável com uma ou mais pessoas capazes de oferecer estímulo para levar adiante o plano e o propósito.

Resultados

Esses quatro passos são essenciais em todos os setores da vida, eles produzem os seguintes resultados:

  • Controle econômico do próprio destino.
  • Liberdade e à independência de pensamento.
  • Levam à riqueza, seja de grande ou pequena monta.
  • Levam ao poder, à fama e ao reconhecimento.
  • Garantem oportunidades favoráveis.
  • Convertem sonhos em realidade física.
  • São os quatro passos que dominam o medo, o desânimo e a indiferença.

Existe uma recompensa magnifica à espera de quem aprender esses quatro passos: o privilégio de escrever a própria história e de fazer a vida valor o preço que custa.

Quem fizer um estudo imparcial de profetas, filósofos, místicos e líderes religiosos do passado vai chegar à inevitável conclusão de que persistência, concentração de esforços e definição de propósito foram as bases principais de suas realizações.

Capítulo 9 – O Poder da Mente Mestra

O poder é essencial para o sucesso de quem quer ganhar dinheiro. Sem o poder para transformá-lo em ação, os planos de nada servem.

Definição de poder

É o conhecimento organizado e inteligentemente direcionado. Poder, na acepção aqui utilizada, refere-se ao esforço organizado, suficiente para que o indivíduo transforme o desejo em seu equivalente monetário.

O esforço organizado acontece por meio da coordenação dos esforços de duas ou mais pessoas que trabalham por um objetivo definido, em espírito de harmonia.

Para ganhar dinheiro é preciso poder!

Se poder é “conhecimento organizado”, vejamos quais são os fatores do conhecimento:

  • Inteligência infinita: Essa fonte de conhecimento pode ser acessada por meio do procedimento descrito em outro capítulo com a ajuda da imaginação criativa.
  • Experiência acumulada: A experiência acumulada pela raça humana está em qualquer biblioteca pública bem equipada. Uma parte importante dessa experiência acumulada é transmitida em instituições públicas de ensino, onde foi classificada e organizada.
  • Experiência e pesquisa: No campo da ciência, assim como em praticamente todos os setores da vida, o ser humano reúne, classifica e organiza novos fatos diariamente. Essa é a fonte que se deve recorrer quando o conhecimento não estiver disponível através da “experiência acumulada”. Mais uma vez, é importante usar a imaginação criativa.

Aplicação do conhecimento

O conhecimento pode ser adquirido em qualquer dessas três fontes e depois convertido em poder, desde que organizado em planos definidos e expresso em termos de ação.

Se seus planos forem abrangentes e de grandes proporções, ela deve solicitar a cooperação de outros, de modo a incutir neles o necessário elemento de poder.

Conquistando poder por meio da Mente Mestra

A Mente Mestra pode ser definida como a coordenação de conhecimento e esforço, em um espírito de harmonia entre duas ou mais pessoas, para alcançar um propósito definido.

Ninguém pode ser dotado de grande poder sem valer-se da Mente Mestra.

Vantagens econômicas podem ser criadas por qualquer indivíduo que se faça cercar dos conselhos e da cooperação de um grupo disposto a oferecer-lhe ajuda desinteressada, em um espírito de perfeita harmonia.

Essa forma de aliança cooperativa é a base de quase todas as grandes fortunas. A aceitação dessa verdade pode ser fator determinante da sua posição financeira.

As Forças espirituais da Mente Mestra

União das mentes

A característica psíquica do princípio da Mente Mestra é muito mais abstrata, muito mais difícil de compreender, porque se refere às forças espirituais com as quais a raça humana, como um todo, não está familiarizada.

A afirmação a seguir pode representar uma sugestão interessante: “É impossível que duas mentes se unam sem que se crie, consequentemente, uma terceira força invisível, intangível, comparável a uma terceira mente.”

Energia e matéria

Lembre-se de que só há dois elementos conhecidos em todo o universo: energia e matéria. É fato conhecido que a matéria pode ser fracionada em unidades de moléculas, átomos e elétrons. Existem unidades de matéria que podem ser isoladas, separadas e analisadas.

O mesmo acontece com as unidades de energia.

A mente humana é uma forma de energia, parte dela espiritual por natureza.

Quando as mentes de duas pessoas são coordenadas em um espírito de harmonia, as unidades espirituais de energia de cada uma dela desenvolvem afinidade, o que constitui a parte psíquica da Mente Mestra.

Não há outro princípio de acúmulo de poder!

A energia

A energia forma os blocos de construção universais da natureza: é o material que constitui todos os materiais do universo, inclusive os seres humanos e toda forma de vida animal ou vegetal. A natureza transforma energia em matéria, por meio de um processo peculiar.

Os blocos de construção da natureza estão à disposição de qualquer um, na energia envolvida no pensamento!

O cérebro humano pode ser comparado a uma bateria elétrica: absorve energia do ar; essa energia então permeia todos os átomos de matéria e preenche o universo.

É fato conhecido que várias baterias produzem mais energia do que uma só. Sabe-se também que o fornecimento de energia de uma bateria e proporcional ao número e à capacidade das células nela contidas.

O cérebro funciona de modo similar – daí uns serem eficientes do que outros, o que leva a uma constatação importante: um grupo de cérebros coordenados (ou conectados) em espírito de harmonia produz mais energia de pensamento do que um só.

Essa metáfora demonstra claramente que o princípio da Mente Mestra contém o segredo do poder exercido por aquele que se cerca de outros cérebros.

Psiquismo da Mente Mestra

Segue-se, então outra declaração que nos aproxima ainda mais da parte psíquica do princípio da Mente Mestra: “Quando um grupo de cérebros individuais é coordenado e opera em harmonia, a energia aumentada que se cria através dessa aliança fica disponível para todas as cabeças do grupo.”

Atenção:

Nenhum dos princípios fundamentais deve ser interpretado como um meio de interferir, direta ou indiretamente, nos hábitos religiosos de quem quer que seja. Aqui, a única intenção é instruir o leitor sobre como transformar o propósito definido de desejo por dinheiro em equivalente monetário.

O poder utilizado para cortejar o dinheiro

O poder utilizado para “cortejar” o dinheiro não é muito diferente daquele usado para conquistar a pessoa que se gosta. Porém, quando utilizado com sucesso na busca por dinheiro, esse poder deve ser combinado à fé, ao desejo e à persistência e, então, levado à ação, conforme planejado.

Quando o dinheiro chega em grandes quantias, flui tão facilmente em direção àquele que o recebe quanto a água desce das montanhas.

Existe uma correnteza invisível de poder que pode ser comparada a um rio, exceto por um detalhe: um lado segue em uma direção, levando todos os que estão ali para a frente e para cima – para a riqueza; e o outro lado segue na direção oposta, levando desafortunados que ali se colocaram, sem conseguir escapar, em direção à miséria e à pobreza.

O poder do pensamento

Todo indivíduo que construiu uma grande fortuna sabe da existência dessa correnteza, que consiste no processo de pensamento. As emoções positivas formam o lado que leva para a fortuna; as negativas formam o lado que leva para a pobreza.

Pobreza e riqueza frequentemente trocam de lugar, e possível perceber isso em momentos de crise. Para a riqueza tomar o lugar da pobreza, em geral, isso acontece através de planos bem elaborados e cuidadosamente executados. A pobreza não precisa de planos nem de ajuda, pois é atreida e implacável. A riqueza é tímida, precisa ser atraída.

Capítulo 10 – O mistério da transmutação do sexo

Resumo do capítulo 10 do livro Quem Pensa Enriquece de Napoleon Hill.

O significado da palavra “transmutação” é, em linguagem simples, “mudança ou transferência de um elemento, ou forma de energia, para outro”.

Relação entre sexo e emoção

A emoção do sexo provoca um determinado estado de espírito. Devido à ignorância do assunto, geralmente faz-se a associação desse estado de espírito com o físico e, por causa das influências impróprias às quais a maiorias das pessoas foi submetida ao aprender sobre sexo, os aspectos essencialmente físicos influenciam bastante a mente.

Por trás da emoção do sexo, existem três potencialidades construtivas, que são:

  • Perpetuação da espécie
  • Manutenção da saúde (como atividade terapêutica, não existe igual)
  • Transformação da mediocridade em gênio, por meio da transmutação

O que é a transmutação

A transmutação do sexo é simples e fácil de explicar: significa fazer a mente passar de ideias de expressão física para ideias de outra natureza.

O desejo do sexo é o mais poderoso dos desejos dos humanos. Movido por esse desejo, o ser humano desenvolve imaginação, coragem, força de vontade, persistência e capacidade criativa, alcançando níveis ate então desconhecidos.

O desejo de contato sexual é tão poderoso que as pessoas chegam a arriscar a vida e a reputação por ele.

Quando aproveitada e direcionada para outros setores, essa força motivadora conserva seus atributos, que podem então ser utilizados como poderosa força criativa nas artes, na literatura ou em qualquer outra profissão ou vocação – inclusive, é claro, nos esforços para ganhar dinheiro.

Como fazer a transmutação

A transmutação da energia sexual é um exercício de força de vontade, mas a recompensa vale o empenho. O desejo de expressão sexual é inato e natural.

O desejo não pode – nem deve – ser sufocado ou eliminado, mas precisa de canais de escoamento, sob formas de expressão que enriqueçam o corpo, a mente e o espírito.

Se não tem como expressar-se pela transmutação, o desejo busca outros canais puramente físicos.

Um rio pode ser represado, e suas águas, controladas por um tempo, mas uma hora elas vão forçar uma saída. O mesmo acontece com a emoção do sexo, que pode ser sufocada e contida por algum tempo, mas sua própria natureza a faz procurar meios de expressão.

E, se não for transmutado em esforço criativo, vai encontrar a saída menos adequada.

Feliz daquele que descobriu uma forma de esforço criativo para expressar a emoção do sexo. É um gênio em pessoa.

Resultados da transmutação

A emoção do sexo é uma força irresistível, contra a qual é impossível qualquer oposição. Quando movidas por tal emoção, as pessoas adquirem um enorme poder de ação. Aceite essa verdade e vai perceber a importância de entender que a transmutação do sexo eleva o indivíduo à condição de gênio.

A emoção do sexo contém o segredo da capacidade criativa.

Retire as glândulas sexuais, seja de um homem ou de um animal, e terá destruído sua maior fonte de ação. Como prova, observe o que acontece ao animal castrado. O touro, por exemplo, fica dócil e acomodado.

A alteração sexual tira, tanto do macho, quanto da fêmea, seja ser humano ou animal, toda a disposição de lutar.

Os dez estímulos da mente

A mente humana responde a estímulos, por meio dos quais é conectada a altas vibrações conhecidas como entusiamo, imaginação criativa, desejo intenso, etc.

Os estímulos que a mente responde mais livremente:

  • Desejo de expressão sexual
  • Amor
  • Desejo ardente de conseguir fama, poder, ganhos financeiros e dinheiro
  • Música
  • Amizade com pessoa do mesmo sexo ou do sexo oposto
  • Aliança de Mente Mestra com base na harmonia entre duas ou mais pessoas que se unem para conquistar avanço espiritual ou material
  • Sofrimento mútuo, como no caso pessoas perseguidas
  • Autossugestão
  • Medo
  • Narcóticos e álcool

O desejo de expressão sexual encabeça a lista dos estímulos que mais efetivamente provocam as vibrações da mente e dão partida no motor de ação física. Oito desses estímulos são naturais e construtivos. Dois são destrutivos.

A lista é apresentada para que você faça um estudo comparativo das principais fontes de estimulação da mente. Provavelmente, a conclusão desse estudo será que a emoção do sexo é o mais intenso e poderoso dos estímulos da mente.

Tal comparação é necessária para provar a afirmativa de que a transmutação de energia sexual é capaz de elevar o indivíduo à condição de gênio.

Vamos então descobrir do que é feito um gênio

A melhor definição é:

Gênio é aquele que descobriu como aumentar as vibrações do pensamento, a ponto de poder comunicar-se livremente com fontes de conhecimento não disponíveis por meio da intensidade normal da vibração do pensamento.

Qualquer pessoa sensata vai querer fazer algumas perguntas acerca da definição de gênio. A primeira é: “Como estabelecer comunicação com fontes de conhecimento que não estão disponíveis pela intensidade normal de vibração de pensamento?

E a segunda é: “Existem fontes identificadas de conhecimento disponíveis apenas para os gênios? Nesse caso, quais são essas fontes e como exatamente podem ser acessadas?”

O gênio de desenvolve pelo sexto sentido

O sexto sentido é a imaginação criativa. As pessoas, em sua maioria, atravessam a vida sem jamais utilizar essa qualidade natural – e, quando a utilizam, é por mero acaso.

É relativamente pequeno o número de pessoas que aproveitaram a imaginação criativa planejada e deliberadamente. Aquelas que o fazem, compreendendo suas funções, são gênios.

A imaginação criativa é a ligação direta entre a mente finita do ser humano e a Inteligência Infinita. Quando ideias ou conceitos surgem na mente, através do que se costuma chamar intuição, originam-se de uma ou mais das fontes a seguir:

  • Inteligência Infinita
  • Mente subconsciente, onde ficam armazenadas todas as impressões e todos os impulsos de pensamento que chegam ao cérebro por meio de qualquer um dos cinco sentidos.
  • Mente de outra pessoa que tenha emitido o pensamento, ou a imagem da ideia ou do conceito, por meio de um raciocínio consciente.
  • Ideias armazenadas no subconsciente de outra pessoa. Não exista qualquer outra fonte conhecida de onde possam vir intuições ou ideias inspiradas.

Imaginação criativa

A imaginação criativa funciona melhor quando a mente vibra (devido alguma forma de estímulo mental) em altíssima frequência, ou seja, em uma vibração acima do normal.

Quando a ação do cérebro é ativada por um ou mais estimulantes da mente, tem o efeito de elevar o indivíduo bem acima do horizonte do pensamento comum, permitindo que ele perceba a abrangência e a qualidade de ideias não disponíveis no plano inferior, onde se situam os problemas profissionais rotineiros.

Elevando a um nível superior de pensamento, por meio de qualquer forma de estimulação da mente, o indivíduo ocupa uma posição equivalente à daquele que, a bordo de um avião, consegue enxergar além da linha do horizonte, que limitava sua visão quando em terra.

Além do mais, enquanto permanecer no nível superior de pensamento, ele não será perturbado pelos estímulos que limitam sua visão ao procurar satisfazer suas necessidades básicas: alimento, roupa e abrigo. Lá os pensamentos comuns são efetivamente removidos, assim como acontece com vales, colinas e outros elementos que restringem a visão física quando se viaja de avião.

Nesse plano elevado de pensamento, a faculdade criativa da mente fica livre para agir; o caminho fica desimpedido para que o sexto sentido se manifeste, tornando-se receptivo a ideias que não poderiam atingir a pessoa sob quaisquer outras circunstâncias.

O sexto sentido é a capacidade que diferencia o gênio da pessoa comum.

Quanto mais a faculdade criativa é utilizada e quanto mais o indivíduo solicita seus impulsos e confia nela, mais alerta e receptiva a vibrações originadas fora da mente subconsciente ele fica. Essa faculdade só pode ser cultivada e desenvolvida pelo uso.

Toda operação daquilo que chamamos de consciência acontece por meio da faculdade do sexto sentido.

Pintores, escritores, músicos e poetas só se tornam grandes em sua arte porque adquirem o hábito de confiar naquela “vozinha” que vem de dentro, por meio da faculdade da imaginação criativa.

Não é nenhum segredo o fato de que os indivíduos de imaginação fértil recebem suas melhores ideias da chamada intuição.

Muitas vezes o raciocínio falha porque é guiado principalmente pelas experiências acumuladas, e nem todo conhecimento adquirido pela experiência é exato. As ideias recebidas por meio da faculdade criativa são muito mais confiáveis, assim como as fontes de onde vêm.

O inventor gênio

A principal diferença entre o gênio e o simples inventor amalucado é o fato de que o primeiro utiliza a imaginação criativa, enquanto o segundo nem sabe o que é isso.

O inventor científico, ou gênio, utiliza a faculdade sintética (ou de raciocínio) para organizar e combinar ideias conhecidas ou princípios acumulados pela experiência e então, começa a inventar.

O método empregado para isso varia de indivíduo para indivíduo, mas substancialmente o procedimento consiste em dois passos:

  • Estimular sua mente, de modo que vibre em um plano mais elevado que a média, utilizando um ou mais do dez estímulos, ou qualquer outro à escolha.
  • Concentrar-se nos fatores conhecidos (a parte já pronta) da invenção e criar na mente a imagem perfeita de fatores desconhecidos (a parte inacabada) da invenção. Conservar a visão da imagem até que esta seja tomada pela mente subconsciente. Relaxar, afastando todos os pensamentos, e esperar que a resposta surja em sua mente.

Às vezes, os resultados são definidos e imediatos, mas também podem ser negativos, dependendo do estágio de desenvolvimento do sexto sentido ou da faculdade criativa.

Thomas Edison usou a faculdade sintética da imaginação para experimentar mais de 10 mil combinações diferentes de ideias, antes de sintonizar-se por meio da faculdade criativa e conseguir a resposta que dez funcionar a lâmpada incandescente. Com a invenção do fonógrafo, a experiência foi semelhante.

A energia sexual

A energia do sexo é a energia criativa de todos os gênios. Nunca houve nem haverá grande líder, realizador ou artista desprovido da força matriz que é o sexo.

Mas a simples presença dessa energia não é suficiente para produzir um gênio: para isso, ela deve ser transmutada de desejo pelo contato físico para outra forma de desejo e ação.

As pessoas, em sua maioria, permitem que o desejo sexual as faça menores, pois não sabem entender nem usar essa grande força. Assim, em vez de alcançar a condição de gênios, reduzem-se à condição de animais inferiores.

Por que os homens raramente alcançam o sucesso antes dos 40 anos

Trecho do capítulo 10 do livro Quem Pensa Enriquece de Napoleon Hill.

Estudo de Napoleon Hill

O principal motivo das pessoas só conseguirem sucesso depois dos 40 ou 50 anos é sua tendência a desperdiçar energia, priorizando a expressão física da emoção despertada pelo sexo.

A maioria dos homens nunca chega a perceber que a necessidade de sexo tem outras possibilidades, que trascendem em importância a mera expressão física.

Entre aqueles que fazem essa descoberta, a maior parte só o consegue depois de haver desperdiçado muitos anos, em um período quando a energia sexual está no auge – antes dos 45 anos. A tal descoberta, geralmente, seguem-se notáveis realizações.

O uso da energia

A vida de muitos anos à beira dos 40 anos – e, às vezes, bem depois dessa idade – reflete um contínuo desperdício de energia, que seria muito mais bem aproveitada se canalizada por outras atividades. Com isso, as emoções mais velas e poderosas são espalhadas a esmo, aos quatro ventos. São as “loucuras da juventude”.

O desejo de expressão sexual é, de longe, a mais forte e estimulante das emoções humanas. Por isso, quando aproveitado e transmutado em ação que não a expressão física, consegue elevar o indivíduo à condição de gênio.

As emoções

As emoções humanas regem o mundo e determinam o destino da civilização. Nossos atos são muito mais influenciados pelos sentimentos do que pela razão.

A faculdade criativa da mente é toda ativada pela emoção, e não pela frieza da razão. Entre as emoções, a mais poderosa é aquela ligada ao sexo.

Existem muitos estimulantes, como álcool e outras drogas, mas nenhum deles, nem a mistura de todos eles, consegue igualar a força do sexo.

Magnetismo pessoal – Capítulo 10

Entendendo o magnetismo pessoal. Um professor, depois de passar pela experiência de treinar mais de 30 mil profissionais de vendas, chegou à surpreendente conclusão de que os homens mais sexualizados são melhores vendedores.

A explicação é a seguinte: o fator da personalidade conhecido como “magnetismo pessoal” não passa de energia sexual. Pessoas altamente sexualizadas sempre são cheias de magnetismo.

Quando cultivada e compreendida, essa força vital pode ser canalizada e aproveitada para melhorar os relacionamentos.

Magnetismo Pessoal

O magnetismo pode ser transmitido pelos meios a seguir:

Aperto de mão

O toque da mão denuncia imediatamente a presença ou a falta de magnetismo.

Tom de voz

Magnetismo ou energia sexual é o fator que dá vida, musicalidade e encanto à voz.

Postura e expressão corporal

Pessoas altamente sexualizadas, movem-se com vivacidade, graça e naturalidade.

Vibrações do pensamento

Indivíduos altamente sexualizados misturam a emoção do sexo aos pensamentos e, quando o fazem deliberadamente, exercem influência sobre todos aqueles com quem se relacionam.

Aparência pessoal

Gente muito sexualizada costuma cuidar bastante da aparência, preferindo seguir um estilo que combine com sua personalidade, seu tipo físico etc.

Seleção

Quando da seleção de vendedores para contratação, o gerente de vendas realmente esperto prioriza os candidatos que têm magnetismo pessoal.

Quem não possui energia sexual não sente nem transmite entusiasmo, um dos requisitos mais importantes quando se trata de vender, seja qual for o produto.

Transmutação da energia sexual

O palestrante, orador, pregador, advogado ou vendedor que não tenha energia sexual, será sempre um fiasco na tarefa de influenciar os outros. Acrescente-se o fato de que a maioria das pessoas somente de deixam influenciar quando há um apelo a suas emoções, e ficará patente a importância da energia sexual como parte da habilidade inata de todo vendedor.

Os melhores vendedores conquistam uma posição de destaque porque, consciente ou inconscientemente, transmutam a energia do sexo em entusiasmo pelas vendas!

O vendedor que sabe como pegar o pensamento voltado para o sexo e direcioná-lo para as vendas, mantendo o entusiasmo e a determinação que dedicaria ao propósito original, dominou a arte de transmutação, quer tenha ou não consciência disso.

Aliás, a maioria dos vendedores bem-sucedidos nem desconfiam ser essa a razão de seu bom desempenho.

A transmutação de energia sexual exige muito força de vontade e, aos poucos, pela prática, é possível reuni-la. As recompensas valem o esforço, com certeza.

Emoções – Capítulo 10

A mistura de emoções

É fato conhecido que, utilizando seus conhecimentos, o químico é capaz de criar um veneno mortal com base em determinados elementos que, isoladamente e utilizados na proporção certa, seriam inofensivos.

Assim é com as emoções: dependendo da combinação, podem transformar-se em veneno. Sexo e ciúme, por exemplo, quando juntos, são capazes de transformar um ser humano em uma fera ensandecida.

A química consegue transformar uma ou mais emoções destrutivas em um veneno que elimina o equilíbrio e o senso de justiça. Em casos extremos, o indivíduo pode perder a razão completamente.

A mente é uma criatura de hábitos; ela se desenvolve com base nos pensamentos dominantes que a alimentam.

Não é difícil: com força de vontade e persistência, é possível controlar a mente e selecionar as emoções que vão povoá-la.

O segredo está em compreender o processo de transmutação. Quando surgir qualquer emoção negativa, basta alterar o pensamento para transmutá-la em positiva ou construtiva.

O único caminho para a genialidade passa pelo esforço pessoal voluntário!

Emoção do amor

A emoção do amor desperta e desenvolve a natureza artística e estética do homem, imprimindo sua marca à alma, mesmo que o tempo e as circunstâncias abrandem o calor do sentimento.

Lembranças de amor são eternas: elas perduram, continuam a guiar e a influenciar, mesmo depois que a pessoa amada se vai. O efeito do amor permanece porque é um sentimento espiritual por natureza.

O ser humano não elevado pelo amor está perdido, morto, ainda que pareça viver.

No entanto, as lembranças de amor não são suficientes para alçar o indivíduo a um plano superior de esforço criativo. A maior força do amor pode enfraquecer-se e desaparecer, como uma chama que se extingue, mas deixa marcas indeléveis à sua passagem. E seu desaparecimento frequentemente prepara o coração para um amor ainda maior.

De vez em quando, volte ao passado e mergulhe nas belas lembranças de antigos amores. Assim, estará diminuindo a influência dos problemas do presente, permitindo-se uma válvula de escape para sentimentos desagradáveis da vida real, e – quem sabe? – talvez a sua mente aproveite esse retiro temporário em um mundo de fantasia para criar ideias ou planos que venham a mudar completamente a sua situação financeira ou espiritual.

Se você se considera uma pessoa sem sorte por ter amado e perdido, deixe disso. Quem amou de verdade nunca perde inteiramente. O amor é caprichoso e temperamental, de natureza efêmera e transitória: vem quando quer e vai embora sem avisar. Aceite e aproveite enquanto durar, sem se preocupar com o que vai acontecer. Preocupações não trazem o amor de volta.

Esqueça também a ideia de que só se ama uma vez. O amor pode ir e vir inúmeras vezes, mas não existem duas experiências iguais. Às vezes, a marca deixada é mais forte do que as outras, mas todas as experiências são validas, a não ser para aquele que se torna cínico e ressentido quando o amor se vai.

Diferença entre amor e sexo

As pessoas se desapontariam muito menos com o amor – aliás, nunca se decepcionariam – se compreendessem a diferença entre amor e sexo. A principal diferença é que o amor é espiritual, enquanto o sexo é biológico. Nenhuma experiência que toque o coração humano com força espiritual pode ser danosa, exceto se for dominada pela ignorância ou pelo ciúme.

O amor é, inquestionavelmente, a experiência mais importante da vida – a que nos permite entrar em comunhão com a Inteligência Infinita. Combinado ao romantismo e ao sexo, pode levar-nos ao máximo do esforço criativo.

Amor, sexo e romantismo são os lados do eterno triângulo que leva o gênio à realização. É disso que são feitos os gênios.

A emoção do amor tem muitos aspectos, muitas nuanças e muitas formas. O amor pelos pais ou pelos filhos é bem diferente do amor romântico, que inclui o sexo. A amizade verdadeira, que também é uma forma de amor, difere do sentimento em relação a pais, filhos ou namorados. Existe ainda a emoção despertada por seres criados pela natureza, mas o sentimento mais intenso é aquele que mistura amor e sexo.

Os casamentos em que a afinidade permanente do amor não é adequadamente harmonizada e equilibrada com o sexo não são felizes – nem duram. O amor, sozinho, não garante felicidade ao casamento; o sexo também não. Quando essas duas belas emoções se combinam, a união leva a um dos estados de ânimo mais próximos do espiritual que podem ser alcançados neste plano terreno.

Quando o romantismo é acrescentado ao amor e ao sexo, desaparece a barreira entre a mente finita do homem e a Inteligência Infinita.

O homem: desejo, riqueza e mulheres – Napoleon Hill

Trecho do capítulo 10 do livro Quem Pensa Enriquece de Napoleon Hill.

Motivação do homem

A força que mais motiva o homem é o desejo de agradar a uma mulher!

Na era pré-histórica, o caçador que mais se destacava certamente qeria fazer boa figura diante das mulheres. Nesse aspecto a natureza masculina não se alterou.

O “caçador” de hoje em dia não leva para casa a pele de animais selvagens -como fazia nos primórdios da civilização -, mas demonstra seu desejo de ser aprovado ao oferecer à mulher roupas, carros e riqueza. Mudou apenas o modo de agradar.

Os homens que acumulam grandes fortunas e conquistam fama e poder têm como objetivo principal o desejo de fazer uma mulher feliz.

Tire a mulher da vida dos homens, e a riqueza perderia a utilidade para a maioria deles. É o desejo inerente ao homem de agradar a mulher que dá a ela o poder de elevá-o ou destruí-lo.

Quando a mulher compreende o homem

A mulher que compreende a natureza masculina e, discretamente cuida de seu homem, não teme a concorrência de outras mulheres.

Os homens podem ser gigantes indomáveis ao lidar com outros, mas são facilmente influenciados pela mulher amada – o que a maioria deles não admite, já que os homens preferem ser considerados o “sexo forte”.

A mulher inteligente, por sua vez, reconhece esse traço machista e tira partido dele.

Influência recebida pelas mulheres

Alguns homens, apesar de perceberem a influência exercida sobre eles por uma mulher – esposa, namorada, mãe, irmã – diplomaticamente, não se insurgem, pois possuem inteligência bastante para admitir que nenhum homem é feliz ou completo sem a influência modificadora da mulher certa.

Aquele que não reconhece essa verdade deixa de utilizar a força que, sozinha, fez muito mais para levar os homens ao sucesso do que todas as outras forças combinadas.

Capítulo 11 – O subconsciente

A conexão – O décimo primeiro passo em direção a riqueza

O subconsciente é um campo de consciência em que todo impulso de pensamento que atinge a mente objetiva através de qualquer dos cinco sentidos é classificado e registrado e por meio do qual é possível lembrar ou resgatar ideias, como cartas arquivadas em um fichário.

O subconsciente recebe e arquiva impressões sensoriais ou ideias de qualquer natureza.

É possível incutir-lhe voluntariamente planos, ideias ou objetivos que você deseje transformar em seu equivalente físico ou financeiro.

O subconsciente age primeiro sobre os desejos dominantes combinados a sentimentos e emoções, como a fé.

Ele trabalha dia e noite. Em um procedimento ainda desconhecido, o subconsciente busca na Inteligência Infinita o poder pelo qual transforma deliberadamente desejos em seus equivalentes físicos, empregando para isso os mais práticos meios disponíveis.

Controle do subconsciente

Ninguém consegue controlar por completo o subconsciente, mas é possível passar-lhe planos, desejos ou objetivos que desejamos concretizar.

Muitos indícios fundamentam a crença de que o subconsciente é a conexão entre a mente finita do ser humano e a Inteligência Infinita. É o intermediário pelo qual se pode obter à vontade a força da Inteligência Infinita.

O subconsciente contém o processo secreto pelo qual os impulsos mentais são modificados e transformados em seu equivalente espiritual. É o meio através do qual a prece é transmitida à fonte capaz de responder-lhe.

As possibilidades de esforço criativo aliadas ao subconsciente são estupendas, imponderáveis e inspiram respeito.

O subconsciente e o hábito

Lembre-se que o subconsciente pode ser deliberadamente direcionado apenas pelo hábito. Seja paciente, seja persistente.

O subconsciente é autônomo; dispensa seu esforço para influenciá-lo. Isso, naturalmente, sugere que pensamentos ligados a medo e pobreza, bem como todas as ideias negativas, atuam como estímulos, a menos que você os domine. substituindo-os por outros mais desejáveis.

O subconsciente não para! Se você deixar de alimentá-lo com desejos, ele vai buscar os pensamentos que vão ao seu encontro, resultante da sua negligência.

Já vimos que impulsos de pensamentos positivos e negativos continuamente o subconsciente, vindos das quatro fontes mencionadas no capítulo sobre transmutação do sexo.

Pensamentos

Por enquanto, basta você não esquecer que vive ininterruptamente em meio a impulsos de pensamento de todos os tipos, que atingem o subconsciente sem que você se dê conta.

Desses, alguns são positivos, e outros são negativos. A sua tarefa é interromper o fluxo de impulsos negativos, procurando deliberadamente influenciar o seu subconsciente por meio de impulsos positivos de desejo.

Ao fazer isso, você toma posse da chave que abre a porta do seu subconsciente. E mais: assume tão completamente o controle daquela porta que nenhum pensamento indesejável consegue entrar.

Tudo que o ser humano cria começa em forma de impulso de pensamento. Com a ajuda da imaginação, as ideias se reúnem, formando planos; e a imaginação sob controle pode ser utilizada para elaborar planos ou propósitos que levem ao sucesso em qualquer campo.

Para ser transmutado em seu equivalente material, todo impulso de pensamento plantado de propósito no subconsciente deve passar pela imaginação e ser combinado à fé.

A fé, acrescida de um plano ou objetivo, só pode ser submetida ao subconsciente por meio da imaginação.

Pensamentos são entidade, pois tudo que é material começa em forma de energia de pensamento.

O subconsciente é mais suscetível à influência de impulsos de pensamento aliados a sentimentos ou emoções do que aos efeitos daqueles originados unicamente na porção racional da mente.

Na verdade, não faltam indícios favoráveis à teoria de que apenas os pensamentos aliados à emoção exercem influência ativa sobre o subconsciente.

Emoções

Não é segredo que a maioria das pessoas se deixa levar por emoções ou sentimentos. Sabendo-se que o subconsciente é mais fortemente influenciado por impulsos de pensamento combinados à emoção, é essencial familiarizar-se com as mais importantes das emoções.

As principais emoções positivas são sete; as principais emoções negativas também são sete.

As negativas se inserem deliberadamente nos impulsos de pensamento, o que garante sua entrada no subconsciente.

As emoções positivas devem ser inseridas, pelo princípio da autossugestão, nos impulsos de pensamento que o indivíduo deseja passar ao subconsciente.

Essas emoções, ou impulsos de sentimento, podem ser comparadas ao fermento na massa do pão, porque constituem o elemento ação, que faz os impulsos de pensamento passarem do estado passivo para o estado ativo.

Assim, é possível entender por que os impulsos de pensamento combinados à emoção exercem influência muito mais depressa do que aqueles criados pela fria razão.

Nesse momento, você pretensa influenciar e controlar o “público interno” do seu subconsciente, de modo a incutir nele o desejo por dinheiro, a ser transmutado em seu equivalente financeiro. É essencial, portanto, que fique bem claro o método de abordagem a esse “público interno”.

Você precisa falar o idioma dele, ou seu pedido não será ouvido; ele entende melhor a linguagem da emoção ou do sentimento.

Assim, vamos descrever as sete principais emoções positivas e as setes principais emoção negativas, de modo que, quando for transmitir instruções ao subconsciente, você possa lançar mão das primeiras e evitar as últimas.

As sete principais emoção positivas a serem praticadas

  • Desejo
  • Amor
  • Sexo
  • Entusiasmo
  • Romantismo
  • Esperança

Existem outras moções positivas, mas essas são as sete mais poderosas e os mais comumente utilizadas no esforço criativo. Domine-as (e elas só serão dominadas pelo uso), e outras emoções positivas estarão à sua disposição quando precisar delas.

Os ensinamentos aqui passados é para você desenvolver uma “consciência de dinheiro”; para isso, e preciso encher a mente de emoções positivas.

Emoções negativas impedem que a pessoa seja consciente do dinheiro.

As sete principais emoções negativas (a serem evitadas)

  • Medo
  • Ciúme
  • Ódio
  • Desejo de vingança
  • Ganância
  • Superstição
  • Raiva

Emoções positivas e negativas nunca ocupam a mente ao mesmo tempo. Umas ou outras devem dominar. É sua responsabilidade cuidar para que as emoções positivas constituam a influência dominante da sua mente.

É então que a lei do hábito vem em sua ajuda. Adquira o hábito de vivenciar as emoções positivas, e, com o tempo, elas dominarão de tal modo a sua mente que as emoções negativas não conseguirão entrar.

Você só conseguirá controlar o subconsciente se seguir essas instruções ao pé da letra e continuamente. Basta a presença de uma única ideia negativa na mente consciente para destruir todas as possibilidade de ajuda construtiva do subconsciente.

Se você costuma observar o que se passa em volta, certamente já percebeu que a maioria das pessoas só recorre à oração quando algo não vai bem ou, no máximo, cumpre um ritual, repetindo palavras sem dar atenção ao que significam.

Assim, por somente rezarem quanto tudo o mais falhou, essas pessoas fazem a oração com a mente tomada pelo medo e pela dúvida; essas emoções o subconsciente, que as transmite à Inteligência Infinita. Consequentemente, a Inteligência Infinita as recebe e deixa-se influenciar por elas.

Quando você reza com medo de não receber a graça pretendida, pode acontecer uma das duas situações seguintes: a prece não chegar à Inteligência Infinita, ou ter sido feita em vão.

A prece pode resultar naquilo que se pede. Se você já viveu a experiência de receber uma graça pela qual orou, procure lembrar qual era o seu estado de espírito no momento da prece e verá que essas palavras são mais que uma simples teoria.

Contato com a Inteligência Infinita

Não existem postos para cobrança de pedágio entre a mente finita do ser humano e a Inteligência Infinita. O contato custa apenas paciência, fe, persistência, compreensão e o desejo sincero de comunicar-se.

E mais: somente o próprio indivíduo pode estabelecer a comunicação; atalhos são inválidos, a Inteligência Infinita não faz negócios pro procuração. Apresente-se pessoalmente, ou nada feito.

Você pode comprar um livro de orações e repeti-las incansavelmente, até o último dos seus dias, em vão. Para chegarem à Inteligência Infinita, os pensamentos devem passar por uma transformação, o que só acontece no subconsciente.

O método de comunicação com a Inteligência Infinita é muito semelhante às transmissões radiofônicas. Se você conhece o princípio de operação do rádio, certamente sabe que, para ser transmitido através do espaço, o som tem que ser “aumentado” ou transformado em uma intensidade de vibração não detectável pelo ouvido humano.

A estação transmissora pega o som da voz humana e a “mistura”, ou modifica, aumentando a vibração milhões de vezes. Somente assim a vibração do som pode ser transmitida através do éter.

Depois dessa transformação, o éter capta a energia – cuja forma original era a de vibrações sonoras – e carrega-a até as estações receptoras de rádio, que a reduzem à intensidade inicial, permitindo que seja reconhecida como som.

Capítulo 12 – O cérebro

Uma estação transmissora e receptora de pensamentos. O décimo segundo passo em direção à riqueza

Através do éter, de forma semelhante à empregada pelo princípio de transmissões radiofônicas, o cérebro de qualquer ser humano é capaz de captar vibrações de pensamento emitidas por outros cérebros.

A imaginação criativa é o “aparelho receptor’, que recebe pensamentos emitidos pelo cérebro de outra pessoa; é o agente responsável pela comunicação entre a mente consciente ou racional e as quatro fontes capazes de produzir estímulos ao pensamento.

Quando estimulada, ou “acelerada”, a mente se torna mais receptiva às vibrações que lhe chegam através do éter, vindas de fontes externas. Esse processo de “aceleração” acontece por meio das emoções, sejam positivas ou negativas.

Apenas as vibrações – os pensamentos – de altíssima intensidade são captadas e transportadas pelo éter de um cérebro para outro.

O pensamento modificado ou “acelerado” por qualquer das emoções principais vibra ainda mais intensamente, e é ele que passa de um cérebro a outro, por meio do mecanismo de transmissão com que é equipado o cérebro humano.

A emoção do sexo ocupa o primeiro lugar na lista de emoções humanas, no que se refere a intensidade e força motriz. O cérebro estimulado pelo sexo vibra muito mais intensamente do que quando essa emoção está ausente ou em descanso.

O resultado da transmutação do sexo é o aumento da intensidade das vibrações dos pensamentos a um tal nível que a imaginação criativa se torna muito receptiva às ideias que lhe chegam.

Por outro lado, quando vibra intensamente, ele não apenas atrai ideias emitidas por outros cérebros através do éter, mas confere aos pensamentos do próprio indivíduo aquele feeling essencial à captação e à atuação sobre o subconsciente.

O que é o subconsciente

O subconsciente é a “estação emissora” do cérebro. é o que transmite as vibrações do pensamento. A imaginação criativa é a “receptora”, é ela que capta no éter essas vibrações.

Ao lado de importantes fatores do subconsciente e da faculdade da imaginação criativa – que constituem a aparelhagem de emissão e recepção do mecanismo de transmissão mensal – considere o princípio da auto sugestão, que é o meio pelo qual a “estação transmissora” pode entrar em operação.

A operação da “estação transmissora” mental envolve um procedimento relativamente simples. Basta ter em mente e aplicar três princípios subconsciente, imaginação criativa e autossugestão. Os estímulos pelos quais esses princípios entram em ação já foram descritos – e o procedimentos começa com o desejo.

Capítulo 13 – O sexto sentido

A porta para o templo da sabedoria – O décimo terceiro passo em direção à riqueza.

O décimo terceiro princípio é conhecido como sexto sentido. E através dele que a inteligência infinita se comunica, sem que o indivíduo precise pedir nada ou fazer qualquer esforço.

Esse princípio é o ápice da filosofia. Só pode ser assimilado, compreendido e aplicado depois de dominado os outros 12 princípios.

O sexto sentido é aquela porção do subconsciente chamada de imaginação criativa. Pode ser considerado também o “aparelho receptor”, que faz surgirem na mente ideias, planos e pensamentos – às vezes vistos como intuições ou inspirações.

É impossível descrever o sexto sentido a alguém que não tenha dominado os outros princípios dessa filosofia, pois não há conhecimento ou experiência para fazer comparações.

Só se entende o sexto sentido pela meditação, com o desenvolvimento da mente de dentro para fora. O sexto sentido é, provavelmente, o meio de contato entre a mente finita do homem e a Inteligência Infinita; por esse motivo, é ao mesmo tempo mental e espiritual. Acredita-se que seja o ponto em que a mente humana entra em contato com a mente Universal.

Com a ajuda do sexto sentido, é possível ser avisado de perigo a tempo de evitá-los e de oportunidades a tempo de aproveitá-las.

Com o desenvolvimento do sexto sentido, você passa a ter sempre ao seu lado e às suas ordens um “anjo da guarda” que mantém permanentemente abertas as portas do Templo da Sabedoria.

O caminho para ser uma pessoa melhor é imitar ao máximo pessoas admiráveis, em sentimento e ação.

Moldando o caráter pela autossugestão

Você cai precisar de muita coragem se quiser alcançar o seu propósito na vida. Quando vierem as dificuldades, lembre que pessoas comuns têm senso comum. A adversidade o desenvolverá.

A vida consiste em grandes concentrações de energia, ou entidades, todas tão inteligentes quanto os seres humanos pensam ser. Essas unidades de vida agrupam-se como enxames de abelhas e assim permanecem, até se desintegrarem por falta de harmonia. Tais unidades apresentam diferenças de opinião, como os sere humanos, e frequentemente lutam entre si.

As unidades de vida nunca morrem! Os seus pensamentos e desejos atuam como ímãs a atrair unidades de vida – mas não todas: somente aquelas que estejam em harmonia com o que você pena e deseja.

Como vencer os seis fantasmas do medo

Trechos do capítulo 14 do livro Quem Pensa Enriquece.

Analise e descubra quantos fantasmas do medo estão atrapalhando o seu caminho

Três inimigos devem ser afastados: indecisão, dúvida e medo.

O sexto sentido não funcionará se a mente estiver formada por um ou mais desses três inimigos. Os componentes do trio maldoso são muito unidos. Aonde um vai, os outros também vão.

A indecisão é o projeto do medo! Lembre-se disso quando ler. A indecisão de materializa em dúvida. As duas se combinam e formam o medo! O processo de combinação é lento, geralmente. Por isso esses inimigos são tão perigosos: germinam e crescem sem serem notados.

O objetivo é chamar a atenção para a causa e a cura de seis medos básicos. Antes de enfrentar um inimigo, você precisa saber seu nome, conhecer seus hábitos e o lugar onde vive. Durante a leitura, analise-se cuidadosamente para descobrir se tem um ou mais desses medos comuns.

Não se deixe enganar pelos hábitos desses inimigos sutis. Às vezes, eles se escondem no subconsciente, onde é difícil localizá-los e ainda mais difícil eliminá-los.

Os seis medos básicos

Em algum momento da vida, todo ser humano é atacado pelos seis medos básicos, seja por um deles de cada vez ou por uma combinação de alguns – e às vezes por todos ao mesmo tempo! Eis a lista dos seis medos básicos.

  • Pobreza
  • Críticas
  • Doença
  • Perder o amor de alguém
  • Velhice
  • Morte

Todos os outros medos são de menor importância e podem ser indicados em algum desses seis.

A ocorrência desses medos obedece a ciclos, como se fosse uma maldição lançada sobre o mundo. Em tempos de crise econômica, prevalece o medo da pobreza; em tempos de guerra, o medo da morte, depois da guerra, o medo da doença.

Medos não passam de estados de espírito, sujeitos a controle e orientação. Os médicos, como se sabe, ficam doentes com menos frequência do que outro tipo de profissional – por um motivo muito simples: não têm medo das doenças. Por força da profissão, eles não hesitam em aproximar-se diariamente de pacientes com moléstias contagiosas, mas nem por isso se contagiam. Sua imunidade se deve em grande parte, se não unicamente, à absoluta falta de medo.

A co-criação da realidade

Todo que o ser humano cria começa com um impulso de pensamento. A partir dessa afirmativa, vem outra, ainda mais importante: os impulsos de pensamento começam imediatamente a transformar-se em seu equivalente material, sejam tais pensamentos voluntários ou não. Impulsos de pensamento captados ao acaso (liberados de outras mentes) têm tanta força para determinar o destino financeiro, social e profissional de um indivíduo quanto aqueles criados deliberadamente.

Para aqueles que não entendem por que algumas pessoas têm tanta sorte, enquanto outras de igual ou melhor habilidade, treinamento, experiência e capacidade parecem fadadas à infelicidade. A explicação e a seguinte: todo ser humano tem a capacidade de total controle da própria mente e, com isso, pode deixá-la aberta a impulsos negativos emitidos por outras mentes, ou fechar bem as portas, admitindo apenas impulsos de pensamentos desejáveis.

A natureza dotou o ser humano de absoluto controle sobre o pensamento. Isso, aliado ao fato de que tudo o que criamos começa em forma de pensamento, leva-nos ao princípio pelo qual o medo pode ser dominado.

Se é verdade que todo pensamento tem a tendência de transformar-se em seu equivalente material (e é, sem sombra de dúvida), também é verdadeiro o fato de ser impossível que pensamentos de medo e pobreza transformem-se em coragem e ganhos financeiros.

1- O medo da pobreza

Entre pobreza e riqueza não pode haver acordo! As estradas que levam a uma e a outra seguem direções opostas. Se você quer riqueza, recuse-se a aceitar qualquer circunstância que leve a pobreza.

A palavra “riqueza” é empregada aqui em sentido amplo, significando condições financeiras, espirituais, mentais e materiais. O ponto de partida do caminho que leva à riqueza é o desejo.

Neste momento, aceite o desafio de determinar quanto desta filosofia você conseguiu absorver. Este é o ponto em que pode prever com precisão o que o destino lhe reserva. Este é o ponto em que pode prever com precisão o que o destino lhe reserva. Se, depois da leitura, você aceitar a pobreza, pode preparar a mente para isso. A decisão é sua.

Se preferir a riqueza, determine a forma e a quantidade ideais. Você conhece a estrada que leva à riqueza e recebeu um mapa para não errar o caminho. Se não começar a caminhada, ou desistir antes da chegada, você será o responsável. A riqueza só depende do seu estado de espírito – o único fator controlável. Estado de espírito se cria e se vive, não se compra.

Medo como estado de espírito

O medo da pobreza não passa de um estado de espírito, mas é suficiente para anular qualquer chance de realização de um empreendimento.

Esse medo impede o raciocínio, destrói a imaginação, acaba com a autoconfiança, extingue o entusiasmo, prejudica a iniciativa, leva à indecisão, estimula os adiamentos e impossibilita o autocontrole; tira o encanto da personalidade, atrapalha a clareza do raciocínio, dilui os esforços, aniquila a persistência, reduz a nada a força de vontade, arruína a ambição, anuvia a memória e atrai todas as formas de fracasso; mata o amor e as melhores emoções do coração, abala a amizade, acarreta desastres, causa insônia, miséria e infelicidade – isso apesar da inegável verdade de que vivemos em um mundo onde há abundância de tudo o que o coração pode desejar, e nada nos impede de consegui-lo, a não ser a falta de propósito.

O medo mais destrutivo

O medo da pobreza é, sem dúvida, o mais destrutivo dos seis medos básicos, Foi colocado no topo da lista porque é o mais difícil de dominar. É preciso coragem para dizer a verdade a respeito da origem desse medo e ainda mais coragem para aceitar essa verdade. O medo da pobreza se originou da tendência hereditária que tem o ser humano de tentar superar o outro economicamente.

Praticamente todos os animais inferiores ao homem são motivados pelo instinto e, com sua capacidade limitada de “pensar”, tentam superar uns aos outros fisicamente.

O homem, com seu superior senso de intuição, sua capacidade de pensar e raciocinar, não devora o outro literalmente, tem mais satisfação em devorá-lo financeiramente. O homem é tão avarento que cada lei foi criada para protegê-lo de seu semelhante.

O valor do dinheiro

De todas as eras vividas pela humanidade das quais temos algum conhecimento, a atual se destaca (Napoleon Hill está se referindo ao século XX) pela importância que o homem dá ao dinheiro (que continua sendo verdade atualmente). Aquele qe não possui uma gorda conta bancária vale menos que a poeira do chão; mas, se tem dinheiro, – seja lá como for que tenha conseguido – é um rei, está acima da lei, comanda a política, domina os negócios, e todos se curvam à sua passagem.

Nada causa tanto sofrimento e humilhação quanto a pobreza! Somente quem já foi pobre entende isso.

Não admira que o ser humano tema a pobreza. Pela experiência, aprendeu há gerações que alguns indivíduos não são confiáveis quando se trata de dinheiro e bens materiais. Essa é uma acusação dolorosa, e o pior é que é verdade.

A maior parte dos casamentos se baseia na riqueza do marido, da esposa ou dos dois. Não é de espantar que haja tantos processos de divórcio.

Alguns vão em busca da riqueza tão avidamente que fazem de tudo para consegui-la – se possível, por meios legais, mas também por outros meios, se for necessário ou conveniente.

Autoanálise

A autoanálise pode revelar fraquezas que as pessoas preferem ignorar, mas é essencial para quem quer obter da vida mais que mediocridade e pobreza. Ao analisar-se, lembre que é, ao mesmo tempo, juiz e jurado, acusador e defensor, queixoso e réu. Encare os fatos. Faça perguntas claras e exija respostas diretas. Ao terminar a análise, você se conhecerá melhor. Se não se sentir capaz de uma avaliação imparcial, peça a ajuda de alguém bem próximo. Você está em busca da verdade. Descubra-a, ainda que se sinta desconfortável temporariamente!

As pessoas, em sua maioria, ao serem perguntadas sobre o que mais temem, respondem: “Nada.” É uma resposta incorreta. Poucos são aqueles que percebem quanto são constrangidos, prejudicados e derrotados fisicamente e espiritualmente por alguma forma de medo. O medo se instala tão sutil e profundamente que o indivíduo pode carregá-lo a vida toda sem se dar conta. Somente uma análise corajosa é capaz de revelar a presença desse inimigo de todos. Quando começar a se analisar, procure respostas sinceras dentro de você. Faça isso. Eis aqui uma lista de sintomas que deve procurar.

Sintomas do medo da pobreza

Indiferença

Expressa-se comumente pela falta de ambição; pela tolerância com a pobreza; aceitação passiva do que a vida oferece; preguiça física e mental; falta de iniciativa, de imaginação, de entusiasmo e de autocontrole.

Indecisão

Hábito de deixar as decisões nas mãos dos outros, de ficar “em cima do muro”.

Dúvida

Expressa-se geralmente por desculpas e álibis destinados a disfarçar, explicar ou justificar as próprias falhas e por críticas ao sucesso alheio, motivadas pela inveja.

Ansiedade

Expressa-se comumente pelo hábito da pessoa de encontrar defeitos nos outros, pela tendência a gastar mais do que ganha, desleixo com a própria aparência e pelo ar carrancudo; abuso de álcool e drogas; por nervosismo, desequilíbrio, insegurança e constrangimento.

Excesso de precaução

Expressa-se pelo hábito de ver tudo pelo lado negativo, pensando e falando em possíveis falhas, em vez de concentrar-se nos meios de alcançar o sucesso. A pessoa conhece os motivos do fracasso, mas nada faz para superá-los; espera pela “hora certa” de colocar os planos em ação, e a espera se torna um hábito; só se lembra do que deu errado, esquecendo o que deu certo, sem perceber a situação como um todo. O pessimismo causa má digestão, prisão de ventre, intoxicação, dificuldade em respirar e mal-estar generalizado.

Hábito de deixar tudo para depois (procrastinar)

Expressa-se pelo hábito de deixar para amanhã o que deveria ter ido feito no ano passado, pelo desperdício de tempo na criação de desculpas para o não cumprimento das tarefas e pela fuga às responsabilidades. Esse sintoma está intimamente ligado ao excesso de precaução, à ansiedade e à dúvida. Recusa em aceitar a responsabilidade quando isso pode ser evitado.

O indivíduo prefere desistir a lutar pelo que deseja; prefere ceder à dificuldades a utilizá-las como degrau para o sucesso; prefere contentar-se com o pouco que a vida lhe oferece a buscar prosperidade, prazer e felicidade.

Ele planeja fazer se e quando for vencido pelo fracasso, em vez de afastar qualquer possibilidade de bater em retirada. Falta-lhe autoconfiança, firmeza de propósito, autocontrole, iniciativa, entusiasmo, ambição, bom senso e capacidade de raciocínio.

Ele esperar a pobreza, em vez de buscar a riqueza. Em geral, une-se a outros que têm atitudes semelhantes.

2- Medo de críticas

Não se pode afirmar com certeza a origem do medo de críticas, mas uma coisa é certa: ele é bastante desenvolvido. Alguns acreditam que tudo começou quando a política se tornou “profissão”. Para outros, o que provocou o aparecimento desse medo foi a preocupação das mulheres com os estilos de vestuário.

Napoleon Hill prefere atribuir o medo de críticas àquela parte da natureza do homem que o predispõe não somente a tomar os bens do próximo como a justificar suas atitudes criticando o caráter do outro. É muito comum o ladrão criticar aquele de quem roubou, bem como o político em campanha tentar desmerecer os oponentes, em vez de demonstrar suas próprias virtudes e qualidades.

O medo de críticas assume várias formas, a maior parte delas tola e mesquinha.

Os fabricantes de roupas souberam aproveitar rapidamente o medo de críticas que assola a humanidade. A cada estação, muda o estilo dos artigos de vestuário. Quem determina os estilos? Certamente não é o comprador, mas o fabricante. E por que os estilos mudam tão amiúde? A resposta é óbvia: para vender mais.

É pelo mesmo motivo que os fabricantes de automóveis (com raras e honrosas exceções) alteram os modelos a cada temporada. Todos querem ter um carro do ano, ainda que o modelo anterior seja melhor.

Até aqui, descrevemos comportamentos sob a influência do medo de críticas acerca de aspectos menos importantes da vida.

Medo de críticas nos relacionamentos

Vamos agora examinar o comportamento humano quando esse medo afeta os mais importantes aspectos dos relacionamentos. Tomemos por exemplo uma pessoa que tenha alcançado a idade de maturidade mental (entre 35 e 40 anos, em média). Se fosse possível ler seus pensamentos, encontraríamos uma forte descrença na maior parte dos mitos que lhes foram transmitidos por dogmatistas e teólogos, anos antes.

Muito raramente, porém, você encontrará alguém com coragem de expressar sua opinião. Quando pressionadas, as pessoas, em sua maioria, preferem mentir a admitir que não acreditam nas histórias associadas à forma de religião que mantinha presos os fiéis antes da era da informação e das descobertas científicas.

Por que o indivíduo médio, mesmo nestes dias de esclarecimento, esquiva-se a negar sua crença nos mitos que foram a base da maioria das religiões há algumas décadas? A resposta é: por medo das críticas. Homens e mulheres arderam em fogueiras por terem ousado expressar sua descrença em fantasmas. Não admira que tenhamos herdado uma consciência que nos faz temer a critica. Houve um tempo – nem tão longe assim – em que a crítica acarretava punições severas, o que ainda acontece em alguns países.

O medo de críticas rouba a iniciativa, destrói a capacidade imaginativa, limita a individualidade, mata a autoconfiança e prejudica o ser humano de muitas outras maneiras. Às vezes, os pais causam danos irreparáveis aos filhos ao criticá-los.

Crítica de patentes

A crítica é uma forma de serviço que todo mundo tem em estoque e apressa-se a prestar sem cobrar, quer haja ou não uma solicitação. Os parentes mais próximos costumam ser os piores críticos.

Deveria ser considerado crime (na verdade, é um crime da pior espécie) pai ou mãe incutirem complexos de inferioridade na mente dos filhos, por meio de censuras desnecessárias.

Os patrões que conhecem a natureza humana conseguem o máximo de seus empregados, oferecendo sugestões construtivas em vez de críticas. O mesmo podem fazer os pais. A crítica planta no coração medo e ressentimento, nunca amor e afeto.

Sintomas do medo de críticas

Esse medo é quase tão comum quanto o medo da pobreza e tem os mesmos efeitos prejudiciais para a realização pessoal, principalmente porque destrói a iniciativa e inibe o exercício da imaginação. Seus principais sintomas são estes:

Constrangimento

Expressa-se geralmente por nervosismo, timidez em conversas e encontros com estranhos, dificuldade em fixar o olhar e movimentos desajeitados de mãos, braços e pernas.

Desequilíbrio

Expressa-se por instabilidade da voz, nervosismo na presença de outras pessoas, falhas de memória e má postura corporal.

Fraqueza de personalidade

Falta de firmeza nas decisões, de encanto pessoal e da capacidade de expressar opiniões com segurança. Hábito de fugir dos problemas em vez de enfrentá-los. Concordância com opiniões alheias sem maiores ponderações.

Complexo de inferioridade

O indivíduo expressa por palavras e atos quando se acha superior, como meio de esconder um sentimento de inferioridade. Usa palavras “difíceis” para impressionar – muitas vezes sem conhecer o seu significado. Imita o comportamento, o modo de falar e de vestir de outras pessoas. Gaba-se de realizações imaginárias, o que lhe dá um ar de falsa superioridade.

Extravagância

Hábito de ostentar, gastando mais do que ganha.

Falta de iniciativa

Expressa-se pela dificuldade em aproveitar oportunidades que poderiam contribuir para o crescimento pessoal, pelo medo de expressar opiniões, pela falta de confiança nas próprias ideias, pelas respostas evasivas a perguntas feitas por superiores, pela fala e pelos gestos hesitantes, bem como pela falsidade em palavras e em atitudes.

Falta de ambição

Expressa-se por apatia física e mental, pouca assertividade, lentidão na tomada de decisões, facilidade de sofrer influências externas, hábito de elogiar pela frente e criticar pelas costas, aceitação passiva das derrotas, abandono das tarefas ao menor sinal de oposição, suspeitas infundadas, fuga à responsabilidade pelos próprios erros e falta de tato nas palavras e atitudes.

3- Medo de doenças

O medo de doenças tem origem em nossa herança física e social, assim como os medos da velhice e da morte, pois nos leva à fronteira de “mundos terríveis” e desconhecidos, sobre os quais ouvimos histórias preocupantes. É bastante comum, também, a ideia de que “vendedores de saúde” pouco éticos contribuem para manter vivo o medo de doenças.

O ser humano teme a doença sobretudo por causa das imagens terríveis sobre a morte plantada em sua mente. Além disso, preocupa-se com o custo do tratamento.

Um médico conceituado avaliou em 75% a incidência de hipocondria (doenças imaginárias) no total de pessoas que vão ao consultório. Já se provou que o medo de estar doente, ainda que sem o menor fundamento, frequentemente produz os sintomas físicos da doença temida.

Como é poderosa a mente humana! Tanto constrói como destrói.

Distribuidores de medicamentos acumularam fortunas aproveitando-se dessa fraqueza.

Existem fortes indícios de que a doença, às vezes, começa soba forma de um impulso de pensamento negativo, que pode passar de uma mente para outra, por sugestão, ou ser criado pelo próprio indivíduo.

A semente do medo da doença vive em toda mente humana. Preocupações, medo, desânimo, decepções amarosas e problemas profissionais fazem a semente germinar. As fases conturbadas mantêm os médicos ocupados, pois qualquer tipo de pensamento negativo pode causar doenças.

Desapotamentos e doenças

Desapontamentos no amor e na profissão ocupam o topo da lista de razões para o medo da doença. Uma decepção no amor levou um rapaz ao hospital, onde ficou meses entre a vida e a morte, até que foi convocado um especialista em terapia pela sugestão. Este mudou a equipe de enfermagem, deixando o paciente sob os cuidados de uma enfermeira bela e jovem (tudo arranjado pelo médico), que começou a conquistá-lo a partir do primeiro dia. Em três semanas, o rapaz teve alta, embora sofrendo de uma nova doença: estava apaixonado outra vez. O remédio não passou de uma estratégia, mas o paciente e a enfermeira se casaram mais tarde. E pelo menos até hoje gozam de boa saúde.

Sintomas do medo de doença

Os sintomas desse medo quase generalizado são estes:

Autossugestão

Hábito de usar negativamente a autossugestão, procurando e esperando encontrar sintomas de todo tipo de doença. Prazer em doenças imaginárias, falando delas como se fossem reais.

Hábito de experimentar todos os remédios e tratamentos sugeridos. Conversas sobre cirurgias, acidentes e outras formas de doença. Experimentação de dietas e exercícios físicos sem orientação médica. Uso indistinto de remédios caseiros, industrializados ou receitados por curandeiros.

Hipocondria

Hábito de pensar e falar em doenças, esperando descobri-las, até provocar uma crise nervosa. Não existe medicação que cure essa condição. Ela é provocada pelo pensamento negativo e só pode ser curada pelo pensamento positivo.

Segundo se diz, a hipocondria (termo médico para doenças imaginárias) causa tanto mal quanto a própria doença. A maioria das chamadas doenças “dor nervos” vem de males imaginários.

Falta de exercícios

Geralmente, o medo de doenças faz o indivíduo evitar a vida ao ar livre, impede o exercícios físico adequado e, assim, provoca aumento de peso.

Suscetibilidade

O medo de adoecer diminui a resistência física, criando uma condição favorável a toda forma de doença.

Com frequência, o medo de doenças vem associado ao medo da pobreza, em especial no caso dos hipocondríacos, que se preocupam com a conta do hospital, os honorários do médico e o preço do remédio.

Esse tipo de pessoa procura estar preparada para a doença, fala sobre a morte, compra sepultura e economiza para as despesas com o enterro.

Papel da vítima

Hábito de usar doenças imaginárias para angariar simpatia. (Muitos recorrem a esse artifício para fugir do trabalho.) A simulação de doenças serve para encobrir a preguiça pura e simples ou a falta de ambição.

Excesso

Hábito de usar álcool ou drogas para aliviar a dor em vez de eliminar a causa dessa dor. Costume de ler sobre doenças e preocupar-se com a possibilidade de ser atacado por uma delas. Interesse exagerado por anúncios de remédios.

4- Medo de perder o amor de alguém

A origem do medo da perda de um amor é inerente ao ser humano e não exige muitas explicações; está obviamente no hábito da poligamia, quando o homem costumava roubar ou cortejar as mulheres dos outros.

O ciúme e outras formas semelhantes de demência precoce nasceram do medo que o homem tem de perder o amor de alguém.

Dos seis medos básicos, esse é o mais doloroso e talvez o que mais provoque estragos no corpo e na mente, evando muitas vezes à insanidade permanente.

Provavelmente, o medo de perder um amor existe desde a idade da pedra, quando o homem conquistava as mulheres pela força bruta. Eles ainda as conquistam, mas com outras técnicas: em vez de força, usam a persuasão, a promessa de roupas caras, carros e outras iscas muito mais eficazes do que a força física. Os hábitos do homem moderno são os mesmos do início da civilização; ele apenas os expressa de maneira diferente.

Uma observação cuidadosa demonstra que as mulheres são mais suscetíveis a esse medo do que os homens, o que pode ser facilmente explicado: elas aprenderam, por experiência, que eles são polígamos por natureza, e não se pode confiar nas rivais.

Sintomas do medo de perder o amor de alguém

Os sintomas característicos desse medo são estes:

Ciúme

Hábito de desconfiar de amigos ou da pessoa amada, sem motivos razoáveis. O ciúme é uma forma de demência precoce, às vezes, expressa-se com violência, sem qualquer causa. A pessoa ciumenta costuma acusar o marido ou a mulher de infidelidade, embora sem fundamento algum, e não confia em ninguém.

Repreensão

Hábito de repreender amigos, parentes, colegas de trabalho, etc. Por motivos insignificantes, ou sem qualquer razão.

Jogo

Hábito de jogar, roubar, enganar e correr riscos com o objetivo de ganhar dinheiro e oferecer bens materiais à pessoa amada, acreditando poder comprar o amor. Costume de gastar mais do que ganha, para impressionar. Insônia, nervosismo, descontrole, insegurança, instabilidade de humor e falta de persistência e de força de vontade.

5- Medo da velhice

O medo da velhice tem duas origens principais: a primeira é o medo de que a velhice traga a pobreza – de que os bens materiais sejam tomados por alguém; a segunda, e mais forte, são os falsos e cruéis ensinamentos transmitidos de geração em geração, bem como outros truques habilmente concebidos, para manter o ser humano dominado pelo medo.

A possibilidade de doenças – que aumenta com o passar dos anos – e de diminuição da atração sexual também contribuem para esse medo.

Existe uma associação entre velhice e possibilidade de pobreza. “Asilo” não é uma palavra bonita. Qualquer um se arrepia com a ideia de passar ou últimos dias de vida em um abrigo para idosos.

E há ainda a possibilidade de perda da independência física e financeira.

Sintomas do medo da velhice

Os sintomas mais comuns desse medo são estes:

Tendência a diminuir o ritmo de atividade e desenvolver complexo de inferioridade, por volta dos 40 anos, acreditando serem os lapsos que comete motivados pela idade. (Na verdade, os anos mais produtivos da vida do indivíduo, tanto mental quanto espiritualmente, não aqueles entre os 40 e os 60.)

Hábito de desculpar-se pela “velhice”, ao chegar aos 40 ou 50 anos, em vez de subverter a regra, demonstrando gratidão por haver alcançado a idade da sabedoria e da compreensão.

Costume de reprimir a iniciativa, a imaginação e a autoconfiança, acreditando falsamente haver passado da idade de exercer essas qualidades.

Preferência por um vestuário de estilo jovem e adoção de maneirismos típicos da juventude, provocando comentários de conhecidos e desconhecidos.

6- Medo da morte

Para alguns, o medo da morte é o mais cruel dos medos básicos, por uma razão óbvia. A terrível sensação de medo associada à ideia da morte, na maior parte dos casos, pode ser atribuída diretamente ao fanatismo religioso.

Os chamados “pagãos” têm muito menos da morte do que os mais “civilizados”. Há centenas de milhões de anos, o homem procura as respostas para estas perguntas: “De onde venho? Para onde vou?”

Há muitas eras, indivíduos espertos e astuciosos respondiam rapidamente a essas perguntas, mas cobravam um preço por isso. Veja agora a principal razão para o medo da morte.

“Entre em minha tenda, abrace minha fé, aceite meus dogmas, e garantirei a sua entrada imediata no céu após a morte. Se ficar fora da tenda, será levado pelo demônio e arderá no fogo do inferno por toda a eternidade”, diz o líder uma seita.

A eternidade é muito tempo. O fogo é terrível. A ideia do castigo eterno pelo fogo não somente faz o ser humano temer a morte, mas também perder a razão e o interesse pela vida, além de tornar a felicidade impossível.

Embora o líder religioso não seja capaz de garantir ao fiel um sal-conduto para o céu nem tenha o poder de fazer o infeliz descer ao inferno, esta última possibilidade é tão terrível que a simples ideia toma conta da imaginação e parece tão rea que elimina a razão e impões o medo da morte.

O além-vida

Na verdade, ninguém sabe nem nunca soube se céu e inferno existem e como são. Essa falta de conhecimento positivo abre as portas da mente humana ao charlatanismo, que a controla com a astúcia, artifícios e mentiras piedosas.

O medo da morte já não é tão comum como no tempo em que não havia instituições de ensino. Os cientistas mostraram a verdade ao mundo, libertando rapidamente a humanidade do terrível medo da morte.

Os jovens universitários não se deixam impressionar facilmente pelo fogo e pelo enxofre do inferno. Com a ajuda de ciências como Biologia, Astronomia, Geologia e outras relacionadas a estas, os medos que povoavam as mentes dos seres humanos, destruindo sua razão, foram afastados.

As clínicas para doentes mentais estão cheias de gente que enlouqueceu por medo da morte.

Esse medo de nada adianta. A morte virá, seja qual for a nossa opinião a respeito dela. Aceite-a como uma necessidade e não pense mais no assunto. Se a morte não fosse necessárias, não aconteceria. E talvez não seja tão ruim como dizem.

A composição do mundo

O mundo é feito apenas de energia e matéria. Nas aulas de Física, aprendemos que matéria e energia (as duas única realidades conhecidas do ser humano) não podem ser criadas nem destruídas – mas pode ser transformadas.

Vida é energia. Se é impossível destruir energia e matéria, também é impossível destruir a vida. Pode haver processos de transição ou mudança, mas não a destruição da vida. Então, a morte é uma simples transição.

E, se a morte não for apenas mudança ou transição, nada haverá depois dela, a não ser um sono eterno e tranquilo. Como não há motivo para temer o sono, você pode banir o medo da morte.

Sintomas do medo da morte

Os sintomas desse medo são estes:

Hábito de pensar na morte em vez de aproveitar a vida ao máximo – geralmente por falta de objetivo ou de uma ocupação produtiva. Esse medo atinge principalmente os mais idosos, mas às vezes pode afetar também os mais jovens.

O remédio mais eficaz contra o medo da morte é um desejo ardente de realização, fundamentado na prestação de um serviço útil aos outros.

Pessoas ocupadas raramente têm tempo de pensar na morte; para elas, a vida é interessante demais.

Às vezes, o medo da morte está associado ao medo de deixar os entes queridos queridos na pobreza; em outros casos, é consequência de alguma doença que tenha minado a resistência física.

Assim, podemos resumir dizendo que as causas mais comuns para o medo da morte são: doença, pobreza, falta de ocupação produtiva, decepção amarosa, insanidade e fanatismo religioso.

Bônus: Ansiedade

A ansiedade é um estado de espírito baseado no medo. A ansiedade se instala devagar, mas com persistência. É insidiosa e sutil. Passo a passo, toma a mente, até anular a capacidade de raciocínio, a autoconfiança e a iniciativa.

A ansiedade é uma forma de medo continuado causado pela indecisão; portanto, é um estado de espírito que pode ser controlado.

A indecisão desequilibra a mente, e uma mente desequilibrada é impotente. Mesmo sob condições econômicas normais, falta à maioria dos indivíduos a força da vontade para tomar decisões com agilidade e levá-las adiante.

Em períodos de instabilidade da economia, a situação fica ainda mais complicada: além de sua natural dificuldade em tomar decisões, eles são influenciados pela indefinição dos que os rodeiam, criando-se assim um estado de “indecisão em massa”.

Quando nos decidimos por uma determinada linha de ação, a ansiedade desaparece. A decisão pode evitar a ocorrência de circunstâncias não desejadas.

Por causa da indecisão, os seis medos básicos se transformam em ansiedade. Se quer livrar-se para sempre do medo da morte, tome a decisão de aceitá-la como um acontecimento inevitável.

Afaste o medo da pobreza tomando a decisão de satisfazer-se com a riqueza que puder acumular, sem ansiedade; acabe com o medo de críticas tomando a decisão de não se preocupar com o que os outros pensam, dizem ou fazem; elimine o medo da velhice tomando a decisão de aceitá-la, não como uma desvantagem, mas como uma bênção em forma de sabedoria, autocontrole e compreensão, impossíveis na juventude; abandone o medo da doença tomando a decisão de esquecer os sintomas; domine o medo de perder a pessoa amada tomando a decisão de viver bem sem amor, se for necessário.

Evitar a ansiedade

Evite tomar as formas de ansiedade reconhecendo que nada na vida vale um preço tão elevado. A partir de então, terá equilíbrio, paz de espírito e calma, que levam à felicidade.

Aquele que tem a mente tomada pelo medo não somente destrói as próprias chances de agir com inteligência, como transmite vibrações negativas às mentes de todos com quem entra em contato, destruindo assim as chandes deles.

Até os cães e os cavalos sabem quando o dono é medroso, eles captam as vibrações emitidas pelo ser humano e agem de acordo. No reino animal, mesmo aqueles cuja inteligência é menos desenvolvida conseguem captar vibrações: por um processo desconhecido, as abelhas atacam mais as pessoas cuja mente registra medo, poupando aquelas que se sentem mais à vontade.

As vibrações de medo passam de uma mente a outra com a mesma rapidez com que o som da voz humana vai da emissora de rádio à estação receptora – e pelo mesmo meio.

A telepatia é uma realidade. Os pensamentos passam de uma mente a outra, com ou sem conhecimento por parte de quem emite e de quem capta.

É praticamente certo aquele que expressa verbalmente pensamentos negativos ou destrutivos venha a passar pela mesma experiência que desejou ser vivida por outra pessoa.

Efeito dos pensamentos negativos

A emissão de impulsos de pensamento destrutivos, sem verbalização, também tem uma espécie de “efeito bumerangue”, que pode manifestar-se de diversas formas. A primeira, e talvez a mais importante, é a seguinte: o indivíduo que emite pensamentos de natureza destrutiva, tem prejudicada sua faculdade de imaginação criativa.

A segunda é que, ao carregar na mente emoções destrutivas, o indivíduo desenvolve uma personalidade negativa que repele as pessoas, reside em um fato significativo: os impulsos de pensamento negativo, além de fazerem mal aos outros, integram-se ao subconsciente de quem os emite, tornando-se parte do caráter dessa pessoa.

O pensamento não segue um determinado rumo e pronto. Ele se espalha em todas as direções, através do éter, e também integra-se permanentemente ao subconsciente daquele que o emitiu.

Presume-se que o seu objetivo na vida seja alcançar o sucesso.Para isso, você precisa de paz de espírito, do atendimento de suas necessidades básicas e, acima de tudo, de felicidade. Tudo isso começa na forma de impulsos de pensamento.

Você pode controlar a sua mente, alimentando-a com impulsos de pensamentos à sua escolha. Tal privilégio é acompanhado da responsabilidade de usá-los construtivamente. Assim como administra os pensamentos, você comanda o seu destino terreno. Você pode influenciar diretamente o ambiente – e até controlá-lo em alguns aspectos -, dando à vida a feição que deseja, ou abrir mão dessa possibilidade, lançando-se ao “oceano das circunstâncias” e vagando para lá e para cá, ao sabor das ondas.

Capítulo 15 – Como proteger-se do negativo

Trechos do capítulo 15 do livro Quem Pensa Enriquece. O sétimo mal básico: Como proteger-se contra influências negativas.

Além dos seis medos básicos, as pessoas sofrem de mais um mal, que prepara um terreno fértil para receber as sementes do fracasso – um mal tão sútil que sua presença frequentemente passa despercebida; uma fraqueza mais arraigada e fatal do que todos os outros seis medos. Na falta de uma denominação melhor, vamos chamar de suscetibilidade a influências negativas.

Influências negativas

Aqueles que acumulam grandes riquezas sempre se protegem contra esse mal; os pobres, não. Os bem-sucedidos em qualquer profissão devem preparar a mente para resistir a ele.

Se a sua intenção ao tomar conhecimento desta filosofia é conquistar riquezas, analise-se cuidadosamente para descobrir se é suscetível a influências negativas.

Depois de ler as perguntas, responda-as cuidadosamente, como se procurasse um perigo escondido, e trate as suas falhas como trataria um inimigo mais palpável.

Você pode prevenir-se contra roubos com a ajuda da lei, mas o “sétimo mal básico” é de muito mais difícil prevenção, pois ataca a qualquer momento, sem que se perceba sua presença.

Além disso, usa uma arma invisível, que consiste meramente em um estado de espirito. A ameaça lançada por esse mal é ainda mais grave, por serem suas formas de ataque tão variadas quanto são as experiências humanas.

Às vezes, penetra na mente por meio de palavras bem-intencionadas nos próprios parentes; em outra ocasiões, vem de dentro do próprio indivíduo, provocado por sua atitude mental. É sempre tão mortal quanto veneno, embora de efeito lento.

Como proteger-se contra influências negativas

Para proteger-se contra influências negativas, sejam elas criadas por você ou resultado das atividades de gente pessimista com quem convive, reconheça e utilize a sua força de vontade, ate construir em sua mente um muri de imunidade.

Saiba que todo ser humano é, por natureza, indolente, apático e suscetível a qualquer sugestão que esteja em harmonia com suas fraquezas.

Reconheça ser, por natureza, suscetível aos seis medos básicos e adote hábitos que os neutralizem.

Reconheça que influências negativas são difíceis de identificar e que frequentemente agem por meio do próprio subconsciente. Portanto, mantenha a mente fechada a todos aqueles que queiram abater ou desestimular você.

Esvazie a caixa de remédios, jogue fora as pílulas e pare de falar em gripes, dores e doenças imaginárias.

Busque a companhia de gente que incentive você a pensar e agir em seu próprio benefício.

Não espere problemas, a fraqueza mais comum do ser humano é o hábito de deixar a mente aberta a influências negativas de outras pessoas.

Essa fraqueza é ainda mais perigosa porque a maiorias das pessoas não a reconhece em si o, quando o fazem, não procuram corrigi-la, deixando que se instale, até tornar-se uma parte incontrolável de seu modo de ser.

Para ajudar aqueles que querem ver-se como realmente são, foi elaborada uma lista de perguntas. Leia-as e responda a elas em voz alta, para ouvir o som da própria voz. Assim, vai ser mais fácil dizer a verdade.

Perguntas para autoanálise

Você…

  • … reclama com frequência de sentir-se mal? Em caso de resposta afirmativa, por quê?
  • … repreende os outros por qualquer motivo?
  • … comete enganos frequentes em seu trabalho? Em caso de respostas positiva, qual é a causa?
  • … emprega palavras sarcásticas e agressivas?
  • … evita deliberadamente a companhia de outras pessoas? Em caso de resposta positiva, por quê?
  • … sofre com frequência de má digestão? Em caso de resposta positiva, por quê?
  • A vida lhe parece vazia, e o futuro, desanimador? Em caso de resposta positiva, por quê?
  • … gosta do seu trabalho? Em caso de resposta negativa, por que não?
  • … sente autopiedade? Em caso de resposta positiva, por quê?
  • … sente inveja de quem é mais bem-sucedido do que você?
  • A qual das situações você dedica mais tempo: ao sucesso ou ao fracasso?
  • Com o passar dos anos, a sua autoconfiança aumenta ou diminui?
  • … aprende com os próprios erros?
  • Permite que algum parente ou conhecido aborreça você? Em caso de resposta positiva, por quê?
  • …, às vezes, é só animação e em outros momentos cai em total desânimo?
  • Quem mais influencia você? Por quê?
  • … tolera influências negativas ou desanimadoras que poderia evitar?
  • … negligencia a aparência pessoal? Em caso de resposta positiva, por quê?
  • … consegue afastar os problemas, mantendo uma atividade produtiva, a ponto de não ter tempo para deixar-se atingir por eles?
  • … se consideraria uma pessoa fraca caso permitisse que outros tomassem decisões em seu lugar?
  • … procura se alimentar de modo saudável sempre, ou apenas quando sente algum tipo de mal-estar?

Não desanime de ler

  • Quantos aborrecimentos evitáveis incomodam você? Por que os tolera?
  • Você recorre a bebidas, drogas ou cigarros para “acalmar os nervos?” Em caso de resposta positiva, por que não exerce a força de vontade?
  • Alguém importuna você constantemente? Em caso de resposta positiva, por quê?
  • … possui um importante objetivo definido? Qual é? Quais são os seus planos para alcançá-lo?
  • … sofre de algum dos seis medos básicos? Em caso de resposta positiva, quais são eles?
  • … adota algum método de proteção contra influências negativas?
  • … faz uso deliberado da autossugestão para desenvolver uma mentalidade positiva?
  • O que você valoriza mais: bens materiais ou o dom de controlar os próprios pensamentos?
  • … se deixa influenciar com facilidade, mudando de opinião constantemente?
  • … hoje acrescentou algo de valor aos seus conhecimentos ou ao seu estado de espírito?
  • … enfrente circunstâncias adversas ou foge à responsabilidade?
  • … analisa os erros e fracassos, tentando tirar deles algum proveito, ou adota a atitude “isso não é problema meu”?
  • Quais são os seus três piores defeitos? O que tem feito para corrigi-los?
  • … incentiva outras pessoas a lhe contarem os problemas delas, de modo que possa ajudá-las?
  • … tira, das experiências diárias, lições ou influências que contribuam para o seu crescimento pessoal?
  • A sua presença costuma influenciar negativamente outras pessoas?
  • Que hábitos você considera mais irritantes nos outros?
  • … tem opinião própria, ou deixa-se influenciar por outras pessoas?
  • … é capaz de desenvolver um estado mental que sirva de proteção contra influências negativas?
  • O seu trabalho lhe inspira fé e esperança?
  • … está consciente de possuir forças espirituais capazes de manter a mente livre de qualquer forma de medo?
  • A religião ajuda você a manter uma mentalidade positiva?
  • … se sente no dever de participar dos problemas alheios? Por quê?

Ânimo =)

  • Se você acredita no ditado “Dize-me com quem andas e te direi quem és”, que conclusões tira a seu respeito ao observar o seu grupo de amigos?
  • Qual é a ligação, se é que existe alguma, entre as pessoas mais próximas a você e alguns aspectos em que se sente infeliz?
  • Seria possível alguém considerado por você como seu melhor amigo ser, na verdade, o pior inimigo, por causa da influência negativa que exerce sobre a sua mente?
  • Quais são as regras empregadas por você para determinar quem lhe faz bem e quem lhe faz mal?
  • … se cerca de pessoas mentalmente superiores ou inferiores?

Durante o dia

  • Das vinte e quatro horas do dia, quanto tempo você dedica a:

a) trabalho?

b) sono?

c) descanso e lazer?

d) aquisição de novas informações?

e) tempo livre?

Entre os seus conhecidos, quem:

a) mais oferece estímulo?

b) mais faz advertências?

c) mais o desestimula?

d) mais o ajuda de várias maneiras?

Continuando… Parte final

  • Qual é o seu maior aborrecimento? Por que tolera a situação?
  • Quando alguém lhe dá um conselho sem ser solicitado, você o aceita sem questionar ou procura descobrir os motivos que estão por trás?
  • Qual é o seu maior desejo, acima de tudo? Você pretende realizá-lo Abriria mão de todos os seus outros desejos em favor desse? Quanto tempo dedica por dia à realização desse desejo?
  • … muda de ideia com frequência? Em caso de resposta positiva, por quê?
  • … costuma terminar as tarefas que inicia?
  • … se impressiona facilmente com grandes empreendimentos, títulos profissionais, nível de formação ou bens materiais de outra pessoas?
  • … se deixa influenciar pelo que os outros pensam ou dizem a seu respeito?
  • … trata as pessoas de acordo com a condição social ou financeira delas?
  • Quem é o ser vivo que você mais admira? Em que essa pessoa é superior a você?
  • De quanto tempo você precisou estudar essas perguntas e responder a elas? (É necessário pelo menos um dia.)

O que fazer?

Se respondeu com sinceridade, você conhece mais a seu respeito do que a maioria das pessoas. Estude bem as perguntas e as respostas.

Durante vários meses, releia tudo uma vez por semana e vai surpreender-te com a quantidade de informações importantes que terá adquirido por meio de um método tão simples.

Se tiver dúvida quanto a algumas respostas, peça ajuda a alguém que conheça você bem e não tenha qualquer motivo para querer agradar. Veja-se pelo olhos do outro. A experiência pode ser interessantíssimo.

Controle dos pensamentos

Se existe alguma coisa sobre a qual você tem controle absoluto são os seus pensamentos. Esse é o fato mais significativo e inspirador, o reflexo da natureza divina no homem. Essa prerrogativa divina é o único meio de controlar o destino. Se você não controla a própria ente, não terá o controle de coisa alguma.

Se for deixar de lado algum aspecto da vida, que sejam os bens materiais. A mente é o seu estado espiritual! Proteja-a e use-a com o cuidado que se dispensa a um bem muito valioso. Para isso você tem força de vontade.

Infelizmente, não existe qualquer proteção legal contra aqueles que, de propósito ou por ignorância, envenenam as mentes alheias com sugestões negativas. A essa forma de destruição, deveriam ser aplicadas penas pesadas, pois as sugestões negativas impedem as chances que o indivíduo teria de adquirir bens materiais protegidos por lei.

Homens de mente negativa tentaram convencer Thomas Edison de que ele não conseguiria criar uma máquina capaz de registrar e reproduzir a voz humana, “porque ninguém jamais inventara tal máquina”. Edison não acreditou. Ele sabia que, quando a mente concebe uma ideia e acredita nela, pode concretizá-la. Foi essa sabedoria que fez dele uma pessoa especial.

Poder da autodisciplina

O controle da mente é resultado de autodisciplina e do hábito. Ou você controla a mente, ou ela controla você. Não existe meio-termo.

O meio mais prático de controlar a mente é mantê-la ocupada em um propósito definido, apoiado em um bom planejamento.

Procure conhecer a história de qualquer pessoa de sucesso e vai perceber que ela controla a mente, direcionando-a para objetivos definidos. Sem esse controle, o sucesso é impossível.

57 desculpas que levam ao fracasso

Trecho do capítulo 15 – livro Quem Pensa Enriquece

Os indivíduos que não alcançam o sucesso apresentam um traço em comum: conhecem todas as razões para o fracasso e têm o que acreditam ser desculpas incontestáveis para explicá-lo.

Sucesso e fracasso

Algumas são inteligentes. outras, justificáveis. Mas nenhuma atrai dinheiro. O mundo só quer saber de uma coisa: você alcançou o sucesso?

Um estudioso do caráter do ser humano organizou uma lista com as desculpas mais comuns.

Leia a lista atentamente e veja se costuma usá-las.

Perguntas para autoanálise

Se eu

… não tivesse mulher (marido) e filhos.

… tivesse influência.

… arranjasse um emprego.

… tivesse emprego.

… tivesse estudo.

… pudesse voltar no tempo.

… tivesse saúde.

… tivesse tempo.

… fosse mais jovem.

… pudesse fazer o que quero.

… tivesse nascido em berço de ouro.

… conhecesse as pessoas certas.

… tivesse o mesmo talento de outras pessoas.

… tivesse coragem de falar.

… morasse em uma cidade grande.

… não tivesse de cuidar da casa e das crianças.

… conseguisse economizar.

…. tivesse aproveitado as oportunidades.

… tivesse coragem de começar.

… fosse livre.

… tivesse a mesma personalidade de alguns.

… emagrecesse.

… pudesse tirar férias.

… não tivesse falhado.

… soubesse como fazer.

… não tivesse tantas preocupações.

… encontrasse a pessoa certa para casar.

… sentisse mais segurança.

… não tivesse que trabalhar tanto.

… tivesse nascido sob uma boa estrela.

… não tivesse ficado sem dinheiro.

… não tivesse um “passado”.

Mais “ses” que são usados como desculpas

Se…

… os tempos fossem outros.

… as pessoas me enendessem.

… as condições fossem diferentes.

… não fosse o que “os outros” vão dizer.

… tivessem me dado uma oportunidade no passado.

… me dessem uma oportunidade agora.

… outros não tomassem meu lugar.

… nada me impedisse.

… as pessoas não me irritassem.

… o chefe gostasse de mim.

… alguém me ajudasse.

… minha família me entendesse.

… meus talentos fossem reconhecidos.

… não estivesse todo mundo contra mim.

… as pessoas não fossem tão tolas.

… minha família não fosse tão extravagante.

… a sorte não estivesse contra mim.

… não fosse verdade que “o que tiver de ser será”.

… a minha vizinhança fosse outra.

… a empresa fosse minha.

O maior “se” de todos

Se eu tivesse coragem de me ver como sou, descobriria o que há de errado comigo e corrigiria. Então, teria a oportunidade de aprender com os meus erros e com as experiências alheias, pois sei que algo não está certo, ou já terá chegado aonde deveria estar, se dedicasse mais tempo a analisar minhas fraquezas e menos tempo a inventar desculpas para elas.

Inventar desculpas é um passatempo nacional. É um hábito tão antigo quanto a raça humana, mas fata para o sucesso! Por que as pessoas se agarram a desculpas? A resposta é obvia: elas defendem a própria criação! A desculpa é filha da imaginação. É da natureza humana defender a cria.

É difícil abandonar um hábito profundamente arraigado, em especial quando serve de justificativa para nossas atitudes. Platão tinha em mente essa verdade quando afirmou: “A primeira e melhor vitória é conquistar a própria natureza. Ser conquistado por ela é a derrota mais vergonhosa e abominável.

Outro filósofo tinha a mesma ideia quando disse: “Com grande surpresa, descobri que boa parte da feiura enxergava nos outros era apenas um reflexo da minha própria natureza.”

Elbert Hubbard escreveu: “Nunca consegui entender por que as pessoas passam tanto tempo criando desculpas para enganar-se e esconder as próprias fraquezas. Se usassem esse tempo para corrigir-se, não haveria necessidade de inventar desculpas.

Para refletir

A vida é um tabuleiro de xadrez, e o seu adversário é o tempo – um jogador que não tolera indecisão!

Antes, talvez você tivesse uma desculpa lógica para o fato de não forçar a vida a dar-lhe o que você pede. Agora, porém, a desculpa perdeu a função, porque você está de posse da Chave Mestra que abre a porta para as abundantes riquezas da vida.

A Chave Mestra é intangível, mas poderosa! É o dom de criar, na sua mente, um desejo ardente de uma forma definida de riqueza. O uso da chave não é cobrado, mas há um preço a pagar se ela não for utilizada: o fracasso. Sua utilização, ao contrário, traz recompensas de enormes proporções: a satisfação que acompanha quem conquista a natureza e força a vida a dar-lhe o que pediu.

O resultado vale o esforço.

Que tal começar e convencer-se?

“Se tivermos afinidade, nos encontraremos”, disse o imortal Emmerson. Tomo emprestadas suas palavras e termino dizendo: “Se temos afinidade, já nos encontramos nestas páginas.”

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *