Projeto Autodidata

Em busca de conhecimento
como sair do fracasso e chegar na vitória

57 desculpas que levam ao fracasso – Napoleon Hill

Trecho do capítulo 15 – livro Quem Pensa Enriquece

Os indivíduos que não alcançam o sucesso apresentam um traço em comum: conhecem todas as razões para o fracasso e têm o que acreditam ser desculpas incontestáveis para explicá-lo.

Sucesso e fracasso

Algumas são inteligentes. outras, justificáveis. Mas nenhuma atrai dinheiro. O mundo só quer saber de uma coisa: você alcançou o sucesso?

Um estudioso do caráter do ser humano organizou uma lista com as desculpas mais comuns.

Leia a lista atentamente e veja se costuma usá-las.

Perguntas para autoanálise

Se eu

… não tivesse mulher (marido) e filhos.

… tivesse influência.

… arranjasse um emprego.

… tivesse emprego.

… tivesse estudo.

… pudesse voltar no tempo.

… tivesse saúde.

… tivesse tempo.

… fosse mais jovem.

… pudesse fazer o que quero.

… tivesse nascido em berço de ouro.

… conhecesse as pessoas certas.

… tivesse o mesmo talento de outras pessoas.

… tivesse coragem de falar.

… morasse em uma cidade grande.

… não tivesse de cuidar da casa e das crianças.

… conseguisse economizar.

…. tivesse aproveitado as oportunidades.

… tivesse coragem de começar.

… fosse livre.

… tivesse a mesma personalidade de alguns.

… emagrecesse.

… pudesse tirar férias.

… não tivesse falhado.

… soubesse como fazer.

… não tivesse tantas preocupações.

… encontrasse a pessoa certa para casar.

… sentisse mais segurança.

… não tivesse que trabalhar tanto.

… tivesse nascido sob uma boa estrela.

… não tivesse ficado sem dinheiro.

… não tivesse um “passado”.

Mais “ses” que são usados como desculpas

Se…

… os tempos fossem outros.

… as pessoas me enendessem.

… as condições fossem diferentes.

… não fosse o que “os outros” vão dizer.

… tivessem me dado uma oportunidade no passado.

… me dessem uma oportunidade agora.

… outros não tomassem meu lugar.

… nada me impedisse.

… as pessoas não me irritassem.

… o chefe gostasse de mim.

… alguém me ajudasse.

… minha família me entendesse.

… meus talentos fossem reconhecidos.

… não estivesse todo mundo contra mim.

… as pessoas não fossem tão tolas.

… minha família não fosse tão extravagante.

… a sorte não estivesse contra mim.

… não fosse verdade que “o que tiver de ser será”.

… a minha vizinhança fosse outra.

… a empresa fosse minha.

O maior “se” de todos

Se eu tivesse coragem de me ver como sou, descobriria o que há de errado comigo e corrigiria. Então, teria a oportunidade de aprender com os meus erros e com as experiências alheias, pois sei que algo não está certo, ou já terá chegado aonde deveria estar, se dedicasse mais tempo a analisar minhas fraquezas e menos tempo a inventar desculpas para elas.

Inventar desculpas é um passatempo nacional. É um hábito tão antigo quanto a raça humana, mas fata para o sucesso! Por que as pessoas se agarram a desculpas? A resposta é obvia: elas defendem a própria criação! A desculpa é filha da imaginação. É da natureza humana defender a cria.

É difícil abandonar um hábito profundamente arraigado, em especial quando serve de justificativa para nossas atitudes. Platão tinha em mente essa verdade quando afirmou: “A primeira e melhor vitória é conquistar a própria natureza. Ser conquistado por ela é a derrota mais vergonhosa e abominável.

Outro filósofo tinha a mesma ideia quando disse: “Com grande surpresa, descobri que boa parte da feiura enxergava nos outros era apenas um reflexo da minha própria natureza.”

Elbert Hubbard escreveu: “Nunca consegui entender por que as pessoas passam tanto tempo criando desculpas para enganar-se e esconder as próprias fraquezas. Se usassem esse tempo para corrigir-se, não haveria necessidade de inventar desculpas.

Para refletir

A vida é um tabuleiro de xadrez, e o seu adversário é o tempo – um jogador que não tolera indecisão!

Antes, talvez você tivesse uma desculpa lógica para o fato de não forçar a vida a dar-lhe o que você pede. Agora, porém, a desculpa perdeu a função, porque você está de posse da Chave Mestra que abre a porta para as abundantes riquezas da vida.

A Chave Mestra é intangível, mas poderosa! É o dom de criar, na sua mente, um desejo ardente de uma forma definida de riqueza. O uso da chave não é cobrado, mas há um preço a pagar se ela não for utilizada: o fracasso. Sua utilização, ao contrário, traz recompensas de enormes proporções: a satisfação que acompanha quem conquista a natureza e força a vida a dar-lhe o que pediu.

O resultado vale o esforço.

Que tal começar e convencer-se?

“Se tivermos afinidade, nos encontraremos”, disse o imortal Emmerson. Tomo emprestadas suas palavras e termino dizendo: “Se temos afinidade, já nos encontramos nestas páginas.”

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